Colaboração: Professora Cláudia Patricia Duarte
SEMANA DE PALESTRAS DE 04/05 Á 07/05
CONVIDADOS:
04/05 LEONARDO MONTEIRO – MORDOMO DO COPACABANA PALACE
TEMA: A IMPORTÂNCIA DO MORDOMO NA HOTELARIA PALACIANA
05/05 IGOR COELHO – MASTER TURISMO
TEMA: VIAGENS CORPORATIVAS
06/05 MAX MOURÃO – DIRETOR MOURÃO CONSULTORIA
TEMA: GESTÃO DE RESTAURANTES
07/05 FLÁVIA PRISTA SANTA CRUZ – DIRETORA DE CAPACITAÇÃO DO BUREAU NÁUTICO BRASILEIRO/ AGÊNCIA MOTRIX
TEMA: TURISMO NÁUTICO
HORÁRIO: 11:00H / 12:15H EXCETO: 06/05 – 10:00H/12:15H HORAS RAC: 03 HORAS
INSCRIÇÕES NO SIA E NA COORDENAÇÃO DE PROFESSORES.
CAMPUS DORIVAL CAYMMI
29 de abril de 2010
20 de abril de 2010
28 de abril, às 10h - Lançamento do Caderno de Turismo do Rio de Janeiro
O Caderno de Turismo do Rio de Janeiro mapeia atividade turística do estado e oportunidades econômicas do setor
Como converter a beleza já constatada do Rio de Janeiro em geração de renda, de empregos, e em melhor qualidade de vida para a população? O Caderno de Turismo do Estado do Rio de Janeiro responde a essa pergunta: com informação. Construída coletivamente e fruto de um amplo debate travado durante as reuniões mensais da Câmara Setorial de Cultura, Esporte e Turismo do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, a publicação será lançada no próximo dia 28 de abril, às 10h, no plenário da Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro (Alerj). Produzido pela Assembleia Legislativa (Alerj) em conjunto com a Fecomércio-RJ e com a UERJ, o Caderno de Turismo agrega dados e quantifica o impacto da atividade turística na economia do estado.
O documento reúne dados levantados pelo Núcleo de Estudos Econômicos do Sistema Fecomércio-RJ – que retratam em números a realidade de cada uma das nossas 92 cidades e a sua infraestrutura no que diz respeito à atividade turística – e a proposta do Departamento de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, de mapear as atividades turísticas predominantes em cada uma das áreas, agrupando os municípios e classificando-os. “O objetivo é que estas informações sirvam de base para orientar as ações dos legisladores e dos gestores públicos, auxiliando na identificação das condições para o desenvolvimento do turismo e definição de ações para cada um dos 92 municípios do estado”, ressalta o presidente do Fórum e da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB).
Estarão presentes a Secretária de Turismo, Esporte e Lazer, Marcia Lins, o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz, o reitor da Uerj, Ricardo Vieiralves de Castro, e o presidente da ABIH-RJ, Alfredo Lopes de Souza Junior, além de profissionais do setor de Turismo e secretários municipais de Turismo. Na ocasião, serão distribuídos exemplares da publicação (que poderá ser baixada também na Internet) e apresentados dados relacionados ao setor turístico do estado.
SERVIÇO:
Lançamento do Caderno de Turismo
Data: 28 de abril de 2010
Horário: 10h
Local: Plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
Endereço: Rua Primeiro de Março, s/nº - Centro - Rio de Janeiro
Informações: 21 2588-1352 ou pelo email forumdesenvolvimentorj@alerj.rj.gov.br
Geiza Rocha
Secretária Geral
Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio
Tels: (21)2588-1352/ 2588-1176
www.querodiscutiromeuestado.rj.gov.br
www.twitter.com/geizarocha
www.twitter.com/forumdesenv
www.alerj.rj.gov.br
Como converter a beleza já constatada do Rio de Janeiro em geração de renda, de empregos, e em melhor qualidade de vida para a população? O Caderno de Turismo do Estado do Rio de Janeiro responde a essa pergunta: com informação. Construída coletivamente e fruto de um amplo debate travado durante as reuniões mensais da Câmara Setorial de Cultura, Esporte e Turismo do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, a publicação será lançada no próximo dia 28 de abril, às 10h, no plenário da Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro (Alerj). Produzido pela Assembleia Legislativa (Alerj) em conjunto com a Fecomércio-RJ e com a UERJ, o Caderno de Turismo agrega dados e quantifica o impacto da atividade turística na economia do estado.
O documento reúne dados levantados pelo Núcleo de Estudos Econômicos do Sistema Fecomércio-RJ – que retratam em números a realidade de cada uma das nossas 92 cidades e a sua infraestrutura no que diz respeito à atividade turística – e a proposta do Departamento de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, de mapear as atividades turísticas predominantes em cada uma das áreas, agrupando os municípios e classificando-os. “O objetivo é que estas informações sirvam de base para orientar as ações dos legisladores e dos gestores públicos, auxiliando na identificação das condições para o desenvolvimento do turismo e definição de ações para cada um dos 92 municípios do estado”, ressalta o presidente do Fórum e da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB).
Estarão presentes a Secretária de Turismo, Esporte e Lazer, Marcia Lins, o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz, o reitor da Uerj, Ricardo Vieiralves de Castro, e o presidente da ABIH-RJ, Alfredo Lopes de Souza Junior, além de profissionais do setor de Turismo e secretários municipais de Turismo. Na ocasião, serão distribuídos exemplares da publicação (que poderá ser baixada também na Internet) e apresentados dados relacionados ao setor turístico do estado.
SERVIÇO:
Lançamento do Caderno de Turismo
Data: 28 de abril de 2010
Horário: 10h
Local: Plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
Endereço: Rua Primeiro de Março, s/nº - Centro - Rio de Janeiro
Informações: 21 2588-1352 ou pelo email forumdesenvolvimentorj@alerj.rj.gov.br
Geiza Rocha
Secretária Geral
Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio
Tels: (21)2588-1352/ 2588-1176
www.querodiscutiromeuestado.rj.gov.br
www.twitter.com/geizarocha
www.twitter.com/forumdesenv
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ABIH On Line - Edição Especial - Preparativos da Hotelaria Carioca para sediar os eventos de 2014 e 2016
A ABIH-RJ dedica esta edição especial do Informativo Online a um tema que envolve toda a cidade, os preparativos para sediarmos a Copa do Mundo de 2014, as Olimpíadas de 2016 e uma série de eventos correlatos a esses dois grandes mundiais que têm início já em 2011.
Leia a reportagem na íntegra em:
http://www.riodejaneirohotel.com.br/boletim/abril10/abril_2010_1_integra.asp#hoteis
Leia a reportagem na íntegra em:
http://www.riodejaneirohotel.com.br/boletim/abril10/abril_2010_1_integra.asp#hoteis
15 de abril de 2010
Resorts terão quatro ou cinco estrelas
Fonte: http://www.blogtur.com.br/resorts-terao-quatro-ou-cinco-estrelas/
Resorts terão quatro ou cinco estrelas
Publicado em 23. mar, 2010 por BlogTur
Resorts brasileiros só serão classificados em quatro ou cinco estrelas. Essa é a principal decisão do grupo de trabalho que reuniu governo, trade, representantes de sindicatos, associações e faculdades da Bahia, ontem e hoje (23), em Salvador (BA).
O Ministério do Turismo (MTur) está promovendo encontros nas regiões Brasileiras, para discutir matrizes de avaliação para oito segmentos de meios de hospedagem: hotel urbano, histórico, de selva, fazenda, resort, flat, cama e café, pousada. O próximo encontro será no fim do mês, no Sesc Porto Cercado, a 200km de Cuiabá (MT).
Os grupos avaliam requisitos mandatórios (mínimos para a classificação) e eletivos para a avaliação nas áreas de sustentabilidade, infraestrutura e serviços.
No encontro de Salvador, os grupos chamaram a atenção para a necessidade de as matrizes serem flexíveis e levarem em consideração a grande diversidade de tipos de resorts. Lembraram que, em Minas Gerais, por exemplo, haverá um resort com cinco tipos diferentes de esportes eqüestres e outro dedicado ao golfe. No Rio Grande do Sul, há resort com a temática uva e vinho.
Outra decisão tomada no encontro é que a escolha de fornecedores não deve ser um requisito mandatório, levando-se em consideração, por exemplo, distâncias entre localidades. No que diz respeito à acessibilidade, o que não estiver detalhado na lei deverá constar da matriz de infraestrutura. Na área de serviços, a qualificação de mão-de-obra é o ponto alto.
O documento final está sendo consolidado. Ficará no site do Ministério do Turismo por 20 dias para consulta pública. Os encontros prosseguem dias 30 e 31 deste mês, em Cuiabá, para Hotel Fazenda; dias 8 e 9/4, no Rio de Janeiro, para Cama & Café; dias 15 e 16/4, em Ouro Preto, para Hotel Histórico; dias 26 e 27/4, em Tibau do Sul(RN), para Pousada; dias 3 e 4/5, em Vitória (ES), para Flat e, dias 6 e 7/4, em Manaus para Hotel de Selva.
ASCOM MTUR
Resorts terão quatro ou cinco estrelas
Publicado em 23. mar, 2010 por BlogTur
Resorts brasileiros só serão classificados em quatro ou cinco estrelas. Essa é a principal decisão do grupo de trabalho que reuniu governo, trade, representantes de sindicatos, associações e faculdades da Bahia, ontem e hoje (23), em Salvador (BA).
O Ministério do Turismo (MTur) está promovendo encontros nas regiões Brasileiras, para discutir matrizes de avaliação para oito segmentos de meios de hospedagem: hotel urbano, histórico, de selva, fazenda, resort, flat, cama e café, pousada. O próximo encontro será no fim do mês, no Sesc Porto Cercado, a 200km de Cuiabá (MT).
Os grupos avaliam requisitos mandatórios (mínimos para a classificação) e eletivos para a avaliação nas áreas de sustentabilidade, infraestrutura e serviços.
No encontro de Salvador, os grupos chamaram a atenção para a necessidade de as matrizes serem flexíveis e levarem em consideração a grande diversidade de tipos de resorts. Lembraram que, em Minas Gerais, por exemplo, haverá um resort com cinco tipos diferentes de esportes eqüestres e outro dedicado ao golfe. No Rio Grande do Sul, há resort com a temática uva e vinho.
Outra decisão tomada no encontro é que a escolha de fornecedores não deve ser um requisito mandatório, levando-se em consideração, por exemplo, distâncias entre localidades. No que diz respeito à acessibilidade, o que não estiver detalhado na lei deverá constar da matriz de infraestrutura. Na área de serviços, a qualificação de mão-de-obra é o ponto alto.
O documento final está sendo consolidado. Ficará no site do Ministério do Turismo por 20 dias para consulta pública. Os encontros prosseguem dias 30 e 31 deste mês, em Cuiabá, para Hotel Fazenda; dias 8 e 9/4, no Rio de Janeiro, para Cama & Café; dias 15 e 16/4, em Ouro Preto, para Hotel Histórico; dias 26 e 27/4, em Tibau do Sul(RN), para Pousada; dias 3 e 4/5, em Vitória (ES), para Flat e, dias 6 e 7/4, em Manaus para Hotel de Selva.
ASCOM MTUR
9 de abril de 2010
Bom humor traz sucesso profissional
Link interessante
http://mdemulher.abril.com.br/carreira-emprego/reportagem/comportamento/bom-humor-traz-sucesso-profissional-545001.shtml
Indicação da professora Claudia Duarte
Marcadores:
bom humo,
comportamento,
sucesso
8 de abril de 2010
Vagas no Senac Rio para profissionais de Hotelaria e A&B
Amigos,
Estamos com vagas aqui no Senac Rio para diversas área, incluindo especialistas em turismo, gastronomia e hotelaria. Caso conheçam algum interessado, é só acessar o site WWW.rj.senac.br, trabalhe conosco.
Obrigada,
Andréa Tacoshi
Gerência de Turismo e Hotelaria
Acesse o link direto:
http://scesenac.sescrio.org.br:10202/sce_lista_processo.asp
Estamos com vagas aqui no Senac Rio para diversas área, incluindo especialistas em turismo, gastronomia e hotelaria. Caso conheçam algum interessado, é só acessar o site WWW.rj.senac.br, trabalhe conosco.
Obrigada,
Andréa Tacoshi
Gerência de Turismo e Hotelaria
Acesse o link direto:
http://scesenac.sescrio.org.br:10202/sce_lista_processo.asp
5 de abril de 2010
Encontro que reúne hoteleiras cariocas é lançado no Rio
Eu estive presente no evento e acredito que este seja um passo importante para ampliar a participação feminina no mercado hoteleiro do Rio de Janeiro.
Patricia
Hotelier News
Notícia publicada quarta-feira, 31 de março de 2010 - 18h07
Patricia
Hotelier News
Notícia publicada quarta-feira, 31 de março de 2010 - 18h07
Na tarde de hoje (31) foi lançada a primeira edição do Abeona Adeona, iniciativa que reunirá mensalmente coordenadoras, gerentes e diretoras da hotelaria carioca para trocar experiências profissionais e pessoais entre si.
"O projeto surgiu pela necessidade de dividir experiências entre as mulheres com níveis gerenciais nesse segmento no Rio de Janeiro. O Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) abraçou a ideia e esperamos que exista continuidade", declara Daniela Barreto, gerente geral do Golden Tulip Regente.
O evento aconteceu no Gourmet Praia, em Ipanema, e teve Chieko Aoki, presidente do grupo Blue Tree Hotels, como convidada especial para palestrar sobre a importância da mulher no mercado de trabalho.
"As características femininas, como ética, valores e espiritualidade (um hóspede não busca apenas um bom apartamento e sim uma experiência), são extremamente importantes para os negócios no século XXI. Desenvolver o potencial das mulheres e aumentar sua posição nos cargos de liderança colaborará com a construção da hotelaria cada vez melhor e sociedade mais equilibrada que reconhece os valores das pessoas", diz Chieko.
Abeona e Adeona foi escolhido como nome do evento por terem sido duas divindades da mitologia romana, encarregadas de presidir as viagens. A primeira era invocada pelos que partiam e a outra, pelos que chegavam. Em Roma, Abeona era também aquela que ensinava as crianças a andar, acompanhando e protegendo seus primeiros passos rumo ao mundo.
"O projeto surgiu pela necessidade de dividir experiências entre as mulheres com níveis gerenciais nesse segmento no Rio de Janeiro. O Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) abraçou a ideia e esperamos que exista continuidade", declara Daniela Barreto, gerente geral do Golden Tulip Regente.
O evento aconteceu no Gourmet Praia, em Ipanema, e teve Chieko Aoki, presidente do grupo Blue Tree Hotels, como convidada especial para palestrar sobre a importância da mulher no mercado de trabalho.
"As características femininas, como ética, valores e espiritualidade (um hóspede não busca apenas um bom apartamento e sim uma experiência), são extremamente importantes para os negócios no século XXI. Desenvolver o potencial das mulheres e aumentar sua posição nos cargos de liderança colaborará com a construção da hotelaria cada vez melhor e sociedade mais equilibrada que reconhece os valores das pessoas", diz Chieko.
Abeona e Adeona foi escolhido como nome do evento por terem sido duas divindades da mitologia romana, encarregadas de presidir as viagens. A primeira era invocada pelos que partiam e a outra, pelos que chegavam. Em Roma, Abeona era também aquela que ensinava as crianças a andar, acompanhando e protegendo seus primeiros passos rumo ao mundo.
Já Adeona, a responsável por guardar os jovens na volta para casa e amenizar as ansiedades e medos dos pais.
Serviço http://www.sindrio.com.br/
Serviço http://www.sindrio.com.br/
Primeiros passos da nova classificação hoteleira
Hotelier News
Notícia publicada terça-feira, 30 de março de 2010 - 19h43
Cinco estrelas? Seis? Duas? Upscale? Middleclass? Resort? Pousada? Afinal, como definir os meios de hospedagem existentes no Brasil? A quantidade de estabelecimentos e as grandes diferenças regionais são fatores que, até hoje, dificultam a vida de quem tenta classificar e comparar os meios de hospedagem.
Com a expansão da hotelaria brasileira, o crescimento do turismo de lazer e de negócios no país, assim como a proximidade dos grandes eventos internacionais que receberemos, começa-se a discutir sobre uma nova forma de classificação para os hotéis.
Entidades representativas e os próprios hoteleiros têm opiniões variadas sobre como deverão ser essas novas matrizes, ou qual sistema funcionaria melhor como forma de indicar a qualidade de um estabelecimento. Mais importante do que uma conclusão rápida e definitiva para este assunto é que ele seja discutido por todos os envolvidos, desde os grandes hotéis e as redes internacionais até as menores pousadas litorâneas espalhadas por todo o país, às quais talvez não cheguem todas as informações sobre o tema.
O Hôtelier News colheu diferentes opiniões de quem está acompanhando as reuniões e os debates, buscando entender o que ainda pode melhorar e o que deve ser revisto neste processo de padronização de um setor que reflete a diversidade brasileira.
Por Juliana Bellegard
Desde o início do ano, vem se falando muito sobre a nova classificação hoteleira, que irá padronizar a forma de se definir a categoria de um meio de hospedagem. Em um primeiro momento, o Ministério do Turismo está se reunindo com representantes de todo o setor da hotelaria para debater quais serão os critérios para definição dos empreendimentos.
Eles serão divididos em oito categorias: Hotel Urbano, Resort, Hotel Fazenda, Cama & Café, Hotel Histórico, Pousada, Flat e Hotel de Floresta. Os critérios que farão parte da matriz de cada um destes itens estão sendo discutidos em reuniões com as partes envolvidas. Os usuários também poderão opinar sobre o que foi decidido.
A cada encontro é definida uma matriz, que fica disponível no site do MTur por 20 dias após sua publicação. Já é possível acessar os PDFs com as definições para Hotel Urbano, resultado da reunião que aconteceu nos dias 25 e 26 de fevereiro, em Porto Alegre. Até o dia 8 de abril, o MTur receberá constribuições sobre esta matriz, que devem ser enviadas por e-mail ou via formulário no próprio site do ministério.
A necessidade de rever o sistema de classificação de nossos meios de hospedagem, para torná-los mais eficientes surge por conta do bom momento por qual o setor de turismo e, mais especificamente, a hotelaria brasileira vem passando. "As operadoras estrangeiras pedem uma padronização para a venda de pacotes. Isso será especialmente necessário por ocasião dos próximos eventos que receberemos, a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016", explica Ricardo Moesch, diretor do Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do Ministério do Turismo (MTur).
Estes dois grandes eventos esportivos são grandes motivadores para que os hotéis no país tenham uma padrão claro de distinção entre os meios de hospedagem, com referenciais que possam ser identificados também por estrangeiros. "Utilizamos o sistema de estrelas porque é o padrão internacional", diz Moesch. Durante os processos de candidatura à Copa e às Olimpíadas, ficou claro que seria preciso fazer uma adequação em nossa hotelaria.
Como vai funcionar
Uma vez definidas e consolidadas todas as matrizes para a nova classificação, o que deve acontecer no mês de maio, será o momento de colocar o projeto em prática. Ricardo Moesch explica que a classificação será voluntária, em um modelo autodeclaratório. Os hotéis, que já devem estar cadastrados no Ministério do Turismo, irão optar por uma das oito categorias de meios de hospedagem.
Acontece, então, uma vista técnica e uma auditoria para verificar se o empreendimento se encaixa em todos os critérios estabelecidos pela matriz declarada. O MTur e o Inmetro irão emitir um selo para o hotel, mostrando qual sua categoria e quantas estrelas ele recebeu. Esta primeira classificação terá a validade de três anos, e poderá ser renovada após este prazo.
E quanto aos custos? Um processo que envolve auditorias, fiscalizações e um cuidadoso processo de análise com certeza irá gerar aos participantes voluntários algum tipo de despesa ou taxa a ser paga pela manutenção das estrelas. Embora esta seja uma questão ainda a ser definida pelo MTur, que só deverá apresentar o modelo final da nova classificação durante o Salão do Turismo, é uma questão que pode ser um ponto de conflito para alguns hotéis.
Neste sentido, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP), que está acompanhando as reuniões do MTur, defende que não deva ser cobrada nenhuma taxa, pelo menos para esta primeira classificação. O objetivo é que este processo seja o menos oneroso possível para os empreendimentos, até por uma questão de confiança. Para a entidade, a isenção de um primeiro pagamento fará com que todo o processo tenha mais credibilidade, sem correr o risco de ser malvisto pelos hoteleiros.
Diferentes pontos de vista
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP) defende a nova classificação, pois a anterior estava inoperante. "São Paulo não tinha nenhum hotel incluso dentro da classificação antiga", explica Bruno Omori, diretor executivo da ABIH-SP. "O mercado internacional tinha dificuldade em avaliar que tipo de estabelecimento estava sendo contratado", diz.
A entidade hoteleira considerou a possibilidade de criar sua própria classificação, válida no Estado de São Paulo, mas decidiu apoiar a iniciativa do Ministério do Turismo, participando ativamente das reuniões de definição das matrizes e mantendo contato constante com o governo. A ABIH-SP também se encarregou de passar para seus associados o que está sendo feito e discutido, realizando uma série de reuniões nas quais esclarece as dúvidas dos hoteleiros.
"Vamos fazer parte do comitê que irá analisar com critérios cuidadosos o que foi indicado pelos estabelecimentos na autodeclaração. É importante a participação de quem trabalha diretamente com hotelaria, escutar quem está na ponta", comenta Omori. O executivo ainda frisa que, apesar das falhas nas outras tentativas de classificação, esta irá funcionar. "Estamos pensando em conjunto, o MTur, a ABIH-SP e outros órgãos importantes para este tipo de iniciativa, como o Inmetro e a Vigilância Sanitária", conclui.
Em contraponto, a ABIH-RJ tem um posicionamento contrário a este novo padrão. "A nova classificação não é voluntária a partir do momento que é necessário estar adaptado a ela para a concessão de financiamentos pelo BNDES e para a participação em licitações", explica Alfredo Lopes, presidente da entidade fluminense. Ele ressalta que o governo nunca conseguiu estabelecer um critério realmente eficiente para distinguir os empreendimentos.
A questão do consumidor
Um dos pontos mais importantes ressaltados por todos que opinam sobre a definição - ou não - de matrizes para os meios de hospedagem brasileiros é o consumidor. Não somente no âmbito internacional, pensando nos eventos futuros, mas principalmente para o mercado nacional. "A nova classificação é salutar. No Brasil, há necessidade disso para facilitar a escolha do consumidor", diz José Eduardo Barbosa, presidente da Braztoa.
A hotelaria de um modo geral também vê uma necessidade da existência de uma classificação mais clara e confiável. Annie Morrissey, vice-presidente de Marketing e Vendas da Atlantica Hotels International, explica que a rede tem uma padronização de hospedagem. "Na Atlantica, quem determina a classificação dos empreendimentos são as bandeiras, já reconhecidas pelos clientes", explica. Para ela, a iniciativa do MTur é válida, principalmente porque existem muitos hotéis independentes e sem bandeira. "A nova classificação é um norte para os clientes na hora de fazer sua escolha", conclui a executiva.
A ABIH-RJ aponta os hóspedes como os principais julgadores dos serviços e instalações oferecidos pelos empreendimentos. "O melhor classificador é o cliente. É ele quem avalia mais corretamente os serviços que está consumindo", diz o presidente da entidade. Outro ponto a ser pensado é a diversidade do Brasil. "Um hotel urbano no Rio de Janeiro, por exemplo, não é a mesma coisa que um hotel urbano em São Paulo ou em Belo Horizonte", completa Lopes.
Ele compara a classificação de hotéis a de outros estabelecimentos, comentando que não existe, por exemplo, uma classificação para os restaurantes. Os clientes escolhem determinados locais em detrimento a outros não por suas estrelas, mas pela qualidade de seu atendimento, a comida que é servida e uma série de outros critérios estabelecidos pelo próprio consumidor.
Turismo de negócios
"Estou acompanhando com muito interesse as discussões sobre esta nova classificação, pois acredito que ela seja necessária para o mercado corporativo", comenta Gustavo Syllos, diretor de Marketing e Vendas da Slaviero Hotéis. Ele coloca um ponto de vista pouco comentado: o lado do turismo de negócios. Ao participar de um processo de bidding, principalmente internacional, as redes correm o risco de estar se comparando e competindo com hotéis muito diferentes de seu perfil.
O diretor acredita que uma classificação padrão para os meios de hospedagem é uma forma de os empreendimentos se posicionarem corretamente no mercado, e não acabar sendo vistos apenas como commodities. "Hoje há uma certa inquietude quando os hotéis participam destes processos", explica Syllos. A empresa contratante avalia os participantes com base nos documentos que recebe, muitas vezes sem conhecê-los. Havendo um padrão, e este sendo reconhecido internacionalmente, as negociações ficariam mais fáceis e até transparentes.
O executivo diz, no entanto, que tem uma posição ponderada quanto à aplicação desta nova classificação para toda a hotelaria. "Talvez o ideal fosse definir uma classificação para o turismo corporativo e outro para o lazer", sugere. Isto porque ele acredita que os próprios clientes de lazer possam fazer uma seleção dos estabelecimentos que frequentam. As matrizes sugeridas pelo MTur ainda não têm, para Syllos, critérios claros para que se faça essa classificação.
As próximas reuniões A nova classificação hoteleira ainda está no início e haverá muita discussão antes de que se estabeleça um modelo final para as oito categorias de empreendimentos. As próximas reuniões para formular as matrizes já estão agendadas. Hoje (30) e amanhã (31) acontece em Cuiabá (MT) a reunião sobre Hotel Fazenda; dias 8 e 9/4, no Rio de Janeiro (RJ) de Cama & Café; Hotel Histórico, dias 15 e 16/4 em Ouro Preto (MG); dias 26 e 27/4, em Tibau do Sul (RN) sobre Pousada; Flat, nos dias 3 e 4/5, em Vitória (ES) e Hotel de Selva, dias 6 e 7/5, em Manaus (AM).
Serviço
www.abihsp.com.br
www.abihrj.com.br
www.hotelslaviero.com.br
www.turismo.gov.br
www.visitesaopaulo.com
Notícia publicada terça-feira, 30 de março de 2010 - 19h43
Cinco estrelas? Seis? Duas? Upscale? Middleclass? Resort? Pousada? Afinal, como definir os meios de hospedagem existentes no Brasil? A quantidade de estabelecimentos e as grandes diferenças regionais são fatores que, até hoje, dificultam a vida de quem tenta classificar e comparar os meios de hospedagem.
Com a expansão da hotelaria brasileira, o crescimento do turismo de lazer e de negócios no país, assim como a proximidade dos grandes eventos internacionais que receberemos, começa-se a discutir sobre uma nova forma de classificação para os hotéis.
Entidades representativas e os próprios hoteleiros têm opiniões variadas sobre como deverão ser essas novas matrizes, ou qual sistema funcionaria melhor como forma de indicar a qualidade de um estabelecimento. Mais importante do que uma conclusão rápida e definitiva para este assunto é que ele seja discutido por todos os envolvidos, desde os grandes hotéis e as redes internacionais até as menores pousadas litorâneas espalhadas por todo o país, às quais talvez não cheguem todas as informações sobre o tema.
O Hôtelier News colheu diferentes opiniões de quem está acompanhando as reuniões e os debates, buscando entender o que ainda pode melhorar e o que deve ser revisto neste processo de padronização de um setor que reflete a diversidade brasileira.
Por Juliana Bellegard
Desde o início do ano, vem se falando muito sobre a nova classificação hoteleira, que irá padronizar a forma de se definir a categoria de um meio de hospedagem. Em um primeiro momento, o Ministério do Turismo está se reunindo com representantes de todo o setor da hotelaria para debater quais serão os critérios para definição dos empreendimentos.
Eles serão divididos em oito categorias: Hotel Urbano, Resort, Hotel Fazenda, Cama & Café, Hotel Histórico, Pousada, Flat e Hotel de Floresta. Os critérios que farão parte da matriz de cada um destes itens estão sendo discutidos em reuniões com as partes envolvidas. Os usuários também poderão opinar sobre o que foi decidido.
A cada encontro é definida uma matriz, que fica disponível no site do MTur por 20 dias após sua publicação. Já é possível acessar os PDFs com as definições para Hotel Urbano, resultado da reunião que aconteceu nos dias 25 e 26 de fevereiro, em Porto Alegre. Até o dia 8 de abril, o MTur receberá constribuições sobre esta matriz, que devem ser enviadas por e-mail ou via formulário no próprio site do ministério.
A necessidade de rever o sistema de classificação de nossos meios de hospedagem, para torná-los mais eficientes surge por conta do bom momento por qual o setor de turismo e, mais especificamente, a hotelaria brasileira vem passando. "As operadoras estrangeiras pedem uma padronização para a venda de pacotes. Isso será especialmente necessário por ocasião dos próximos eventos que receberemos, a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016", explica Ricardo Moesch, diretor do Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do Ministério do Turismo (MTur).
Estes dois grandes eventos esportivos são grandes motivadores para que os hotéis no país tenham uma padrão claro de distinção entre os meios de hospedagem, com referenciais que possam ser identificados também por estrangeiros. "Utilizamos o sistema de estrelas porque é o padrão internacional", diz Moesch. Durante os processos de candidatura à Copa e às Olimpíadas, ficou claro que seria preciso fazer uma adequação em nossa hotelaria.
Como vai funcionar
Uma vez definidas e consolidadas todas as matrizes para a nova classificação, o que deve acontecer no mês de maio, será o momento de colocar o projeto em prática. Ricardo Moesch explica que a classificação será voluntária, em um modelo autodeclaratório. Os hotéis, que já devem estar cadastrados no Ministério do Turismo, irão optar por uma das oito categorias de meios de hospedagem.
Acontece, então, uma vista técnica e uma auditoria para verificar se o empreendimento se encaixa em todos os critérios estabelecidos pela matriz declarada. O MTur e o Inmetro irão emitir um selo para o hotel, mostrando qual sua categoria e quantas estrelas ele recebeu. Esta primeira classificação terá a validade de três anos, e poderá ser renovada após este prazo.
E quanto aos custos? Um processo que envolve auditorias, fiscalizações e um cuidadoso processo de análise com certeza irá gerar aos participantes voluntários algum tipo de despesa ou taxa a ser paga pela manutenção das estrelas. Embora esta seja uma questão ainda a ser definida pelo MTur, que só deverá apresentar o modelo final da nova classificação durante o Salão do Turismo, é uma questão que pode ser um ponto de conflito para alguns hotéis.
Neste sentido, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP), que está acompanhando as reuniões do MTur, defende que não deva ser cobrada nenhuma taxa, pelo menos para esta primeira classificação. O objetivo é que este processo seja o menos oneroso possível para os empreendimentos, até por uma questão de confiança. Para a entidade, a isenção de um primeiro pagamento fará com que todo o processo tenha mais credibilidade, sem correr o risco de ser malvisto pelos hoteleiros.
Diferentes pontos de vista
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP) defende a nova classificação, pois a anterior estava inoperante. "São Paulo não tinha nenhum hotel incluso dentro da classificação antiga", explica Bruno Omori, diretor executivo da ABIH-SP. "O mercado internacional tinha dificuldade em avaliar que tipo de estabelecimento estava sendo contratado", diz.
A entidade hoteleira considerou a possibilidade de criar sua própria classificação, válida no Estado de São Paulo, mas decidiu apoiar a iniciativa do Ministério do Turismo, participando ativamente das reuniões de definição das matrizes e mantendo contato constante com o governo. A ABIH-SP também se encarregou de passar para seus associados o que está sendo feito e discutido, realizando uma série de reuniões nas quais esclarece as dúvidas dos hoteleiros.
"Vamos fazer parte do comitê que irá analisar com critérios cuidadosos o que foi indicado pelos estabelecimentos na autodeclaração. É importante a participação de quem trabalha diretamente com hotelaria, escutar quem está na ponta", comenta Omori. O executivo ainda frisa que, apesar das falhas nas outras tentativas de classificação, esta irá funcionar. "Estamos pensando em conjunto, o MTur, a ABIH-SP e outros órgãos importantes para este tipo de iniciativa, como o Inmetro e a Vigilância Sanitária", conclui.
Em contraponto, a ABIH-RJ tem um posicionamento contrário a este novo padrão. "A nova classificação não é voluntária a partir do momento que é necessário estar adaptado a ela para a concessão de financiamentos pelo BNDES e para a participação em licitações", explica Alfredo Lopes, presidente da entidade fluminense. Ele ressalta que o governo nunca conseguiu estabelecer um critério realmente eficiente para distinguir os empreendimentos.
A questão do consumidor
Um dos pontos mais importantes ressaltados por todos que opinam sobre a definição - ou não - de matrizes para os meios de hospedagem brasileiros é o consumidor. Não somente no âmbito internacional, pensando nos eventos futuros, mas principalmente para o mercado nacional. "A nova classificação é salutar. No Brasil, há necessidade disso para facilitar a escolha do consumidor", diz José Eduardo Barbosa, presidente da Braztoa.
A hotelaria de um modo geral também vê uma necessidade da existência de uma classificação mais clara e confiável. Annie Morrissey, vice-presidente de Marketing e Vendas da Atlantica Hotels International, explica que a rede tem uma padronização de hospedagem. "Na Atlantica, quem determina a classificação dos empreendimentos são as bandeiras, já reconhecidas pelos clientes", explica. Para ela, a iniciativa do MTur é válida, principalmente porque existem muitos hotéis independentes e sem bandeira. "A nova classificação é um norte para os clientes na hora de fazer sua escolha", conclui a executiva.
A ABIH-RJ aponta os hóspedes como os principais julgadores dos serviços e instalações oferecidos pelos empreendimentos. "O melhor classificador é o cliente. É ele quem avalia mais corretamente os serviços que está consumindo", diz o presidente da entidade. Outro ponto a ser pensado é a diversidade do Brasil. "Um hotel urbano no Rio de Janeiro, por exemplo, não é a mesma coisa que um hotel urbano em São Paulo ou em Belo Horizonte", completa Lopes.
Ele compara a classificação de hotéis a de outros estabelecimentos, comentando que não existe, por exemplo, uma classificação para os restaurantes. Os clientes escolhem determinados locais em detrimento a outros não por suas estrelas, mas pela qualidade de seu atendimento, a comida que é servida e uma série de outros critérios estabelecidos pelo próprio consumidor.
Turismo de negócios
"Estou acompanhando com muito interesse as discussões sobre esta nova classificação, pois acredito que ela seja necessária para o mercado corporativo", comenta Gustavo Syllos, diretor de Marketing e Vendas da Slaviero Hotéis. Ele coloca um ponto de vista pouco comentado: o lado do turismo de negócios. Ao participar de um processo de bidding, principalmente internacional, as redes correm o risco de estar se comparando e competindo com hotéis muito diferentes de seu perfil.
O diretor acredita que uma classificação padrão para os meios de hospedagem é uma forma de os empreendimentos se posicionarem corretamente no mercado, e não acabar sendo vistos apenas como commodities. "Hoje há uma certa inquietude quando os hotéis participam destes processos", explica Syllos. A empresa contratante avalia os participantes com base nos documentos que recebe, muitas vezes sem conhecê-los. Havendo um padrão, e este sendo reconhecido internacionalmente, as negociações ficariam mais fáceis e até transparentes.
O executivo diz, no entanto, que tem uma posição ponderada quanto à aplicação desta nova classificação para toda a hotelaria. "Talvez o ideal fosse definir uma classificação para o turismo corporativo e outro para o lazer", sugere. Isto porque ele acredita que os próprios clientes de lazer possam fazer uma seleção dos estabelecimentos que frequentam. As matrizes sugeridas pelo MTur ainda não têm, para Syllos, critérios claros para que se faça essa classificação.
As próximas reuniões A nova classificação hoteleira ainda está no início e haverá muita discussão antes de que se estabeleça um modelo final para as oito categorias de empreendimentos. As próximas reuniões para formular as matrizes já estão agendadas. Hoje (30) e amanhã (31) acontece em Cuiabá (MT) a reunião sobre Hotel Fazenda; dias 8 e 9/4, no Rio de Janeiro (RJ) de Cama & Café; Hotel Histórico, dias 15 e 16/4 em Ouro Preto (MG); dias 26 e 27/4, em Tibau do Sul (RN) sobre Pousada; Flat, nos dias 3 e 4/5, em Vitória (ES) e Hotel de Selva, dias 6 e 7/5, em Manaus (AM).
Serviço
www.abihsp.com.br
www.abihrj.com.br
www.hotelslaviero.com.br
www.turismo.gov.br
www.visitesaopaulo.com
Estácio de Sá (RJ) tem novos cursos de extensão em hotelaria
Hotelier News
Notícia publicada terça-feira, 30 de março de 2010 - 15h19
Para o mês de abril, a Estácio de Sá lança dois novos cursos de extensão em hotelaria. Direcionados aos profissionais de turismo, administração e marketing, os cursos têm duração de três meses em um total de 12 aulas realizadas uma vez por semana, das 19h às 22h, nas unidades Dorival Caymmi, em Copacabana e Tom Jobim, na Barra da Tijuca.
O módulo Marketing e Estratégia na Hotelaria, que acontece em 6 de abril, será ministrado por Carolina Mescolin, diretora de Vendas e Marketing do JW Marriott e Christianne Lobato, representante no Brasil do Four Seasons. O curso enfocará o planejamento de estratégias de marketing de serviços na valorização da marca, lucros, vendas e distribuição. No conteúdo pragmático destacam-se técnicas de revenue management e diferenciação de produtos.
Já o curso de Gestão de Pessoas na Hotelaria, conta com Carla Mendes, que já atuou na área de RH do Copacabana Palace e Windsor Barra e Nelson Ferreira, RH da Rede Windsor. Neste módulo os participantes terão conhecimento básicos de hotelaria, administração ou gestão de recursos humanos, com o objetivo de desenvolver competências e habilidades que permitem ao profissional exercer o papel de líder motivando o desempenho da equipe de trabalho.
"Um profissional que ainda não esteja no mercado hoteleiro pode se preparar para disputar as novas vagas que vão surgir com esses eventos internacionais. Muitos vão poder aliar conhecimentos prévios em outras áreas, com uma especialização em hotelaria, pois a indústria da hospitalidade demanda profissionais cada vez mais competentes e bem preparados", diz Letícia Bezerra de Mello, coordenadora do curso de Hotelaria da Estácio.
Para informações sobre os cursos acesse o endereço abaixo.
(Redação)
Serviço www.estacio.br/extensao
Notícia publicada terça-feira, 30 de março de 2010 - 15h19
Para o mês de abril, a Estácio de Sá lança dois novos cursos de extensão em hotelaria. Direcionados aos profissionais de turismo, administração e marketing, os cursos têm duração de três meses em um total de 12 aulas realizadas uma vez por semana, das 19h às 22h, nas unidades Dorival Caymmi, em Copacabana e Tom Jobim, na Barra da Tijuca.
O módulo Marketing e Estratégia na Hotelaria, que acontece em 6 de abril, será ministrado por Carolina Mescolin, diretora de Vendas e Marketing do JW Marriott e Christianne Lobato, representante no Brasil do Four Seasons. O curso enfocará o planejamento de estratégias de marketing de serviços na valorização da marca, lucros, vendas e distribuição. No conteúdo pragmático destacam-se técnicas de revenue management e diferenciação de produtos.
Já o curso de Gestão de Pessoas na Hotelaria, conta com Carla Mendes, que já atuou na área de RH do Copacabana Palace e Windsor Barra e Nelson Ferreira, RH da Rede Windsor. Neste módulo os participantes terão conhecimento básicos de hotelaria, administração ou gestão de recursos humanos, com o objetivo de desenvolver competências e habilidades que permitem ao profissional exercer o papel de líder motivando o desempenho da equipe de trabalho.
"Um profissional que ainda não esteja no mercado hoteleiro pode se preparar para disputar as novas vagas que vão surgir com esses eventos internacionais. Muitos vão poder aliar conhecimentos prévios em outras áreas, com uma especialização em hotelaria, pois a indústria da hospitalidade demanda profissionais cada vez mais competentes e bem preparados", diz Letícia Bezerra de Mello, coordenadora do curso de Hotelaria da Estácio.
Para informações sobre os cursos acesse o endereço abaixo.
(Redação)
Serviço www.estacio.br/extensao
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Rio CVB quer divulgar mais o destino para locações de filme
Hotelier News
Notícia publicada segunda-feira, 29 de março de 2010 - 14h22
O Rio Convention & Visitors Bureau intensificará em 2010 as ações para a promoção da cidade como destino turístico e de negócios, além do projeto de divulgar o destino para o segmento de locações cinematográficas.
"Estimamos aumento de demanda em 2010 em função da visibilidade alcançada como sede dos dois grandes eventos esportivos internacionais em 2014 e 2016. Pelo menos 43 importantes eventos, entre seminários e congressos, já estão garantidos para serem realizados na cidade no próximo ano", afirma Paulo Senise, superintendente do Rio C&VB.
Neste ano, a entidade estará presente em 34 eventos internacionais e 26 eventos nacionais, incluindo as edições dos eventos O Rio é de Vocês e TAM Show.
Independentemente da crise financeira internacional, o mercado de incentivo tem grande oportunidade de recuperação em função de seu importante papel para o receptivo especializado. Em 2010, a Fundação irá propor à Embratur a implementação, em conjunto com a TurisRio e a Riotur, de um programa de promoção dirigido ao mercado de viagens de incentivo.
Ainda de acordo com o plano de metas do Rio Convention para este ano o mercado corporativo, que já representa mais de 50% da ocupação hoteleira no Rio de Janeiro e moderada recuperação, deverá seguir no ritmo do crescimento das principais economias internacionais, em especial a dos EUA.
Já no mercado de lazer, eventos como o Festival de Cinema do Rio, com edições confirmadas para os próximos três anos, têm atraído cada vez mais turistas à cidade, divulgada como destino de locação cinematográfica. Por isso, é possível projetar um crescimento moderado no fluxo de turistas estrangeiros em 2010, ligeiramente superior ao de 2009, mantendo-se as premissas atuais de estabilidade política, social e econômica no Brasil, um melhor planejamento da malha aérea e a realização de campanha de marketing ao consumidor final, que vier a ser desenvolvida.
(Rhaiane Sodré)
Serviço www.rioconventionbureau.com.br
Notícia publicada segunda-feira, 29 de março de 2010 - 14h22
O Rio Convention & Visitors Bureau intensificará em 2010 as ações para a promoção da cidade como destino turístico e de negócios, além do projeto de divulgar o destino para o segmento de locações cinematográficas.
"Estimamos aumento de demanda em 2010 em função da visibilidade alcançada como sede dos dois grandes eventos esportivos internacionais em 2014 e 2016. Pelo menos 43 importantes eventos, entre seminários e congressos, já estão garantidos para serem realizados na cidade no próximo ano", afirma Paulo Senise, superintendente do Rio C&VB.
Neste ano, a entidade estará presente em 34 eventos internacionais e 26 eventos nacionais, incluindo as edições dos eventos O Rio é de Vocês e TAM Show.
Independentemente da crise financeira internacional, o mercado de incentivo tem grande oportunidade de recuperação em função de seu importante papel para o receptivo especializado. Em 2010, a Fundação irá propor à Embratur a implementação, em conjunto com a TurisRio e a Riotur, de um programa de promoção dirigido ao mercado de viagens de incentivo.
Ainda de acordo com o plano de metas do Rio Convention para este ano o mercado corporativo, que já representa mais de 50% da ocupação hoteleira no Rio de Janeiro e moderada recuperação, deverá seguir no ritmo do crescimento das principais economias internacionais, em especial a dos EUA.
Já no mercado de lazer, eventos como o Festival de Cinema do Rio, com edições confirmadas para os próximos três anos, têm atraído cada vez mais turistas à cidade, divulgada como destino de locação cinematográfica. Por isso, é possível projetar um crescimento moderado no fluxo de turistas estrangeiros em 2010, ligeiramente superior ao de 2009, mantendo-se as premissas atuais de estabilidade política, social e econômica no Brasil, um melhor planejamento da malha aérea e a realização de campanha de marketing ao consumidor final, que vier a ser desenvolvida.
(Rhaiane Sodré)
Serviço www.rioconventionbureau.com.br
ARTIGO: Descrição de cargo e avaliação do desempenho em compras
Hotelier News
Notícia publicada quinta-feira, 25 de março de 2010 - 15h54
Descrever um cargo significa relacionar sobre o que o colaborador faz, até o motivo porque executa. A descrição do trabalho é um retrato simplificado do conteúdo e das principais responsabilidades do cargo.
O formato da descrição de uma função inclui o título do que esse colaborador desempenhará, o sumário das atividades a serem executadas e as principais responsabilidades do cargo. Relacionar de maneira breve as tarefas, deveres e as responsabilidades da função. Envolve-se a especificação do conteúdo de cada posição, métodos de trabalho e as relações com os demais cargos.
Na rotina diária de trabalho, o comprador de um hotel realiza diversas tarefas: negociações com fornecedores, solicitação e avaliação de propostas, elaboração de pedidos, follow up, desenvolvimento de novos fornecedores e produtos, relacionamento com clientes internos, manutenção de arquivos de documentos e catálogos de fornecedores, entre outras funções.
Porém, o objetivo principal e básico de um departamento de compras de um meio de hospedagem é a aquisição de bens e/ou serviços, na qualidade desejada, no momento preciso, pelo menor custo possível.
A área de compras trabalha diretamente com o setor de controladoria, onde busca constantemente as melhores negociações para alcançar bons produtos, com o mínimo de estoque e naturalmente os menores custos possíveis para o estabelecimento. Percebe-se que os pontos mais importantes a serem focados são: tempo, custo e qualidade/quantidade.
Atualmente a avaliação de desempenho é indispensável para os hotéis, devido à obtenção e manutenção da competitividade que requer uma metodologia que avalie a contribuição das pessoas para esse resultado.
A avaliação de desempenho é uma importante ferramenta de gestão de pessoas e do departamento, que corresponde a uma análise sistemática do desempenho do profissional em função das atividades que realiza, metas estabelecidas, resultados alcançados e potencial de desenvolvimento.
Existem alguns fatores importantes a serem avaliados no progresso do departamento:
A área de compras como um todo:
Notícia publicada quinta-feira, 25 de março de 2010 - 15h54
Descrever um cargo significa relacionar sobre o que o colaborador faz, até o motivo porque executa. A descrição do trabalho é um retrato simplificado do conteúdo e das principais responsabilidades do cargo.
O formato da descrição de uma função inclui o título do que esse colaborador desempenhará, o sumário das atividades a serem executadas e as principais responsabilidades do cargo. Relacionar de maneira breve as tarefas, deveres e as responsabilidades da função. Envolve-se a especificação do conteúdo de cada posição, métodos de trabalho e as relações com os demais cargos.
Na rotina diária de trabalho, o comprador de um hotel realiza diversas tarefas: negociações com fornecedores, solicitação e avaliação de propostas, elaboração de pedidos, follow up, desenvolvimento de novos fornecedores e produtos, relacionamento com clientes internos, manutenção de arquivos de documentos e catálogos de fornecedores, entre outras funções.
Porém, o objetivo principal e básico de um departamento de compras de um meio de hospedagem é a aquisição de bens e/ou serviços, na qualidade desejada, no momento preciso, pelo menor custo possível.
A área de compras trabalha diretamente com o setor de controladoria, onde busca constantemente as melhores negociações para alcançar bons produtos, com o mínimo de estoque e naturalmente os menores custos possíveis para o estabelecimento. Percebe-se que os pontos mais importantes a serem focados são: tempo, custo e qualidade/quantidade.
Atualmente a avaliação de desempenho é indispensável para os hotéis, devido à obtenção e manutenção da competitividade que requer uma metodologia que avalie a contribuição das pessoas para esse resultado.
A avaliação de desempenho é uma importante ferramenta de gestão de pessoas e do departamento, que corresponde a uma análise sistemática do desempenho do profissional em função das atividades que realiza, metas estabelecidas, resultados alcançados e potencial de desenvolvimento.
Existem alguns fatores importantes a serem avaliados no progresso do departamento:
A área de compras como um todo:
- Custo por pedido
- Tempo de atendimento de requisições/ solicitações
- Número de fornecedores exclusivos
- Número médio de propostas por aquisição
- Compras em caráter de emergência
Os fornecedores:
Os fornecedores:
- Assistência prestada pelos fornecedores
- Controle de entregas e pontualidade
- Qualidade dos materiais recebidos
- Rotatividade de pessoal de empresas terceirizadas
O desempenho econômico-financeiro do departamento:
O desempenho econômico-financeiro do departamento:
- Desempenho econômico-financeiro propriamente dito
- Valor das aquisições
- Números de itens adquiridos
- Receita da empresa
- Ciclo financeiro
A eficiência de compras em relação à política de estocagem e administração de materiais:
- Giro dos estoques
- Recebimento de materiais excedentes
- Valor do estoque
- Requisições internas com estoque zero
- Evolução do consumo
Os Compradores:
- Avaliação técnica
- Avaliação pessoal
O resultado final da avaliação de desempenho deve apresentar informações necessárias para a identificação de oportunidades, melhorias e a elaboração de um plano de ações em relação a diversos níveis gerais, por área e individual.
*Rogério Soares é formado em Hotelaria e tem especialização em Marketing de Serviços. Atua há 12 anos na área de compras e teve experiência em empreendimentos como Sheraton Mofarrej, Crowne Plaza, Unique, rede Best Western e Tivoli Mofarrej. Com passagem por uma empresa de catering na Irlanda, é consultor especialista em implantação de hotéis de alto padrão.
Contato rogerio@hoteliernews.com.br
A eficiência de compras em relação à política de estocagem e administração de materiais:
- Giro dos estoques
- Recebimento de materiais excedentes
- Valor do estoque
- Requisições internas com estoque zero
- Evolução do consumo
Os Compradores:
- Avaliação técnica
- Avaliação pessoal
O resultado final da avaliação de desempenho deve apresentar informações necessárias para a identificação de oportunidades, melhorias e a elaboração de um plano de ações em relação a diversos níveis gerais, por área e individual.
*Rogério Soares é formado em Hotelaria e tem especialização em Marketing de Serviços. Atua há 12 anos na área de compras e teve experiência em empreendimentos como Sheraton Mofarrej, Crowne Plaza, Unique, rede Best Western e Tivoli Mofarrej. Com passagem por uma empresa de catering na Irlanda, é consultor especialista em implantação de hotéis de alto padrão.
Contato rogerio@hoteliernews.com.br
1 de abril de 2010
Rio em Foco - Turismo de Negócios
O Rio em Foco é o programa de televisão do Fórum de Desenvolvimento do Rio. Ele vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, na TV Alerj (canal 12 da Net), com reprises aos sábados às 17h e domingos às 20h.
"O turismo é uma vocação natural do Rio de Janeiro e a cada dia se consolida como importante gerador de renda e empregos para o estado. Mas, além de a cidade do Rio não contar com a infraestrutura necessária para atender à demanda atual, corre sério risco de não conseguir cumprir os acordos firmados para a realização da final da Copa e dos Jogos Olímpicos. Para falar sobre estes e outros assuntos, convidamos a presidente da Associação Brasileira das Empresas de Evento (ABEOC), Rosana Bety, o presidente da GL Events Brasil e responsável pelo Riocentro, Arthur Repsold Neto, e o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) e do Sindrio, Paulo Michel."
Assista no link abaixo as opiniões destes profissionais:
http://portal.alerj.rj.gov.br/querodiscutiromeuestado/rioemfoco/?p=213
"O turismo é uma vocação natural do Rio de Janeiro e a cada dia se consolida como importante gerador de renda e empregos para o estado. Mas, além de a cidade do Rio não contar com a infraestrutura necessária para atender à demanda atual, corre sério risco de não conseguir cumprir os acordos firmados para a realização da final da Copa e dos Jogos Olímpicos. Para falar sobre estes e outros assuntos, convidamos a presidente da Associação Brasileira das Empresas de Evento (ABEOC), Rosana Bety, o presidente da GL Events Brasil e responsável pelo Riocentro, Arthur Repsold Neto, e o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) e do Sindrio, Paulo Michel."
Assista no link abaixo as opiniões destes profissionais:
http://portal.alerj.rj.gov.br/querodiscutiromeuestado/rioemfoco/?p=213
Contribuição: André Paranhos - RCVB
30 de março de 2010
Brasil intensifica capacitação contra exploração sexual de menores
Retirado do Portal UAI
http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/03/30/noticia_nacional,i=153611/BRASIL+INTENSIFICA+CAPACITACAO+CONTRA+EXPLORACAO+SEXUAL+DE+MENORES.shtml
Brasil intensifica capacitação contra exploração sexual de menores
Agência Brasil -
Publicação: 30/03/2010 10:30
Cerca de 100 profissionais como agentes de turismo e empresários participarão de cursos de capacitação para prevenir a exploração sexual de crianças e adolescentes. A ideia é que eles atuem como multiplicadores nas 12 unidades federativas cujas capitais receberão jogos da Copa do Mundo de 2014, em seis estados da Região Norte, em Santa Catarina, em Mato Grosso do Sul e na Paraíba.
O projeto está sendo lançado pelo Ministério do Turismo e pela Universidade de Brasília (UnB). A proposta é que esses multiplicadores façam cursos ministrados pelo Centro de Excelência em Turismo da UnB para a prevenção à exploração sexual infantojuvenil em atividades turísticas.
O orçamento do ministério para 2010 é de R$ 8,3 bilhões, o maior desde 2005. A parceria com a UnB tem a meta de envolver empresários do setor de turismo em campanhas sobre o combate à violência sexual contra crianças e adolescentes, assim como na adoção de um código de conduta.
Desde 2004, o serviço Disque 100 recebeu mais de 20 mil denúncias de exploração sexual. Só no ano passado, foram registradas 5,2 mil, mais de 11% do total de denúncias encaminhadas ao serviço, mantido para Secretaria de Direitos Humanos.
As unidades federativas envolvidas no projeto são: Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Mato Grosso, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Pará, Tocantins, além de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e da Paraíba.
http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/03/30/noticia_nacional,i=153611/BRASIL+INTENSIFICA+CAPACITACAO+CONTRA+EXPLORACAO+SEXUAL+DE+MENORES.shtml
Brasil intensifica capacitação contra exploração sexual de menores
Agência Brasil -
Publicação: 30/03/2010 10:30
Cerca de 100 profissionais como agentes de turismo e empresários participarão de cursos de capacitação para prevenir a exploração sexual de crianças e adolescentes. A ideia é que eles atuem como multiplicadores nas 12 unidades federativas cujas capitais receberão jogos da Copa do Mundo de 2014, em seis estados da Região Norte, em Santa Catarina, em Mato Grosso do Sul e na Paraíba.
O projeto está sendo lançado pelo Ministério do Turismo e pela Universidade de Brasília (UnB). A proposta é que esses multiplicadores façam cursos ministrados pelo Centro de Excelência em Turismo da UnB para a prevenção à exploração sexual infantojuvenil em atividades turísticas.
O orçamento do ministério para 2010 é de R$ 8,3 bilhões, o maior desde 2005. A parceria com a UnB tem a meta de envolver empresários do setor de turismo em campanhas sobre o combate à violência sexual contra crianças e adolescentes, assim como na adoção de um código de conduta.
Desde 2004, o serviço Disque 100 recebeu mais de 20 mil denúncias de exploração sexual. Só no ano passado, foram registradas 5,2 mil, mais de 11% do total de denúncias encaminhadas ao serviço, mantido para Secretaria de Direitos Humanos.
As unidades federativas envolvidas no projeto são: Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Mato Grosso, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Pará, Tocantins, além de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e da Paraíba.
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Turismo
27 de março de 2010
Como se comportar em feiras de turismo
Hôtelier News
Artigo
Feiras de Turismo (os famosos 'Trade Shows') são excelentes oportunidades para fazer contatos, mas não são todos os profissionais que sabem realmente tirar o máximo proveito desses eventos. E isso se justifica. Sua simples presença está longe de justificar o investimento.
Tudo começa na escolha dos eventos. Três coisas devem ser analisadas: - Perfil do público da feira - Segmentação e metas do hotel - Orçamento anual de viagens
Atualmente, a ideia básica é reduzir ao máximo a participação em eventos. Com custos subindo e concorrência aumentando, foco é tudo! Essas já são justificativas suficientes para que esse tipo de decisão seja tomado com base em um planejamento formal.
Apesar disso, ainda vemos muitos hoteleiros 'arroz de festa', aqueles que estão em todas as feiras, eventos do trade, fóruns, workshops, convenções, coquetéis, e outros. Quando começamos na área comercial, passamos pela mesa desses profissionais de vendas e nos impressionamos com tantos crachás de eventos passados. Logo descobri que é mais comum do que imaginava a 'moda' de colecionar crachás.
Mas hoje em dia penso: "Será que a participação em todos esses eventos faz parte de um planejamento anual consistente e condizente com os objetivos do hotel?" Até porque, se não houver essa preocupação, o hotel simplesmente está pagando para o vendedor acumular milhas para suas próximas férias e aumentar seu networking pessoal. Infelizmente, isso não é tão raro de se encontrar por aí. Quanto à coleção de crachás, continuo achando engraçado!
Mas vamos às decisões corretas em relação à participação em feiras, partindo do pressuposto que a agenda já foi definida "racionalmente" e com prévio planejamento. O primeiro desafio é conseguir a atenção dos potenciais clientes em meio de tantos ruídos, luzes, distribuição de brindes e outros fornecedores. Depois disso vem a tentativa de mantê-los no seu stand. Afinal, quanto mais clientes visitarem seu stand, mais cartões de visita você coletará e mais potenciais clientes você terá. Falando nisso, que tipo de stand atrai mais clientes? Seguem algumas dicas:
* Tenha pessoas simpáticas e com (real) conhecimento da sua marca. Elas devem ser extrovertidas o suficiente para começar uma conversa com pessoas que param ou estão passando. O fator humano é, de longe, o mais importante para atrair clientes ao stand. Invista nisso.
* Use imagens e iluminação de maneira criativa e não esqueça que o stand deve ser avistado de longe.
* Ofereça experiências. Se seu hotel tem um spa, ofereça 'quick massages', por exemplo. A lembrança daquela sensação poderá tornar-se a coisa mais importante na memória do cliente após o evento.
* Invista na diversão. Jogos (como vídeo games temáticos) e profissionais do entretenimento (adequados ao posicionamento do seu hotel) podem ajudar. Isso atrai pessoas. Mas mantenha sempre o staff interagindo com os clientes e prontos a responder qualquer pergunta sobre o hotel.
* Ofereça brindes exclusivos (se possível, feitos exclusivamente para a feira) com seu logo, homepage e telefone central. Itens promocionais sempre podem direcionar pessoas ao seu site. Mas seja criativo. Nenhuma marca consegue mais se diferenciar na mente do consumidor com os "batidos" post-its, canetas, sacolas e calendários. Antes de confeccionar centenas de brindes irrelevantes, pergunte-se qual o valor percebido pelo cliente.
* Tenha sempre bebidas (não há necessidade de serem alcoólicas) e aperitivos. Depois de tanto caminhar entre os stands, é comum os clientes estarem com fome ou sede. Isso também ajuda a atrair pessoas ao seu stand.
* Organize um torneio ou sorteio. Um artigo sobre o assunto do site www.ehow.com garante que a possibilidade de ganhar alguma coisa, aumenta o volume de clientes no stand. Quanto aos aplicativos possíveis, já presenciei desde a simples escolha de um número até os mais sofisticados e criativos aparelhos eletrônicos, como um 'touch-screen quizz', por exemplo. Mas lembre-se do objetivo principal da feira: contatos. Com base nisso, ainda sou muito fã da tradicional ficha a ser preenchida com dados cadastrais para concorrer a prêmios que despertem o desejo de todos!
Dependendo do custo do metro quadrado, muitos hotéis não compram espaços para stands e optam por enviar alguém do departamento comercial para representá-lo. Nesse caso, o trabalho dobra, triplica, complica!
Se o profissional que participa com toda a infraestrutura já se depara com grandes desafios, imagine o quão perdido o vendedor pode se sentir em meio a centenas de pessoas e sem a referência da sua empresa. Mas para os dois casos o comportamento de forma (ultra) profissional faz toda a diferença. Veja algumas dicas:
* Comporte-se como se você fosse conviver regularmente com aquele cliente no futuro. Tendemos a tratar melhor as pessoas que sabemos que vamos interagir no futuro.
* Fique a maior parte do tempo no seu stand (não é muito elegante fazer um cliente passar a segunda vez procurando por você). Além disso, mantenha o staff bem treinado para que você possa circular de vez em quando sem que a qualidade do atendimento caia.
* Sorria! Gostamos de negociar com pessoas agradáveis. O sorriso é um convite para as pessoas se aproximarem. Mas que seja um sorriso natural. Seja simpático sem ser insistente. * Comece as conversas perguntando sobre o negócio do cliente, seu segmento de mercado, seus interesses e cidade onde mora, por exemplo. Faça com que seu(s) produto(s)/serviço(s) fluam naturalmente ao longo da conversa.
* Fale com segurança, não arrogância. Seja ético e respeite a concorrência. Admita quando não souber algo. Lembre-se que você está lidando com a credibilidade de sua empresa.
* Demonstre seu interesse através da linguagem corporal também. Olhe nos olhos, mantenha postura correta e uma expressão facial agradável. Muito fácil se dispersar em um ambiente com tantos estímulos visuais e auditivos. Tenha foco!
Dica: Fique com o cartão da pessoa na mão e converse com ela chamando-a pelo nome o tempo todo. Segure com respeito, olhe constantemente e dê importância ao cartão. Mostre o quanto ela é importante para sua empresa.
* Troque cartões de visitas. Sei que é óbvio, mas já vi inúmeros hoteleiros e clientes dizendo que seus cartões acabaram. Por garantia, leve duas vezes mais cartões do que o previsto. Isso demonstra organização e profissionalismo.
E as recomendações abaixo não são passíveis de negociação:
* Totalmente proibido no stand: beber, fumar ou comer. Lembre-se que uma feira é um encontro comercial e não social. Faça isso em ambientes próprios no pavilhão, mas longe de seu stand. Julia O'Connor, Presidente da Trade Show Training, Inc ainda acrescenta: "Não fique focado nos seus aparelhos eletrônicos. Você parecerá ocupado e os potenciais clientes não vão se aproximar".
* Totalmente proibido em qualquer momento da feira: mascar chicletes e fazer fofocas. Acredite, as pessoas lembram daquele representante do hotel X que falou e passou a fofoca adiante. Isso prejudica a sua imagem e de sua empresa.
No livro The Trade Show Edge, your key to extra profits, o autor Ken Mackensie sugere que sejam enviados convites para que seus principais (potenciais) clientes visitem seu stand. Mas seja relevante no conteúdo do convite.
Para finalizar, não poderia deixar de dar um recado aos gerentes gerais. Por favor, não exijam que seus vendedores voltem de feiras com negócios já nas mãos. A não ser em casos exclusivos como alguns trade shows internacionais, que trabalham com reuniões pré-agendadas, dificilmente o retorno será imediato.
O que deve ser cobrado, e muito, é a seleção dos (reais) clientes potenciais, follow up com os mesmos, agendamento de futuras visitas comerciais e conversão desses contatos em negócios em médio prazo. Parece básico, mas ainda vemos muitos vendedores nunca mais trabalharem aqueles cartões arrecadados nas feiras. Não é preciso nem dizer que isso é dinheiro jogado pela janela.
Como dito no início do texto, o sucesso da participação em uma feira é mais complexo do que parece. Mas a dica final é investir no contato humano sincero. Isso sim fará a diferença na captação de futuros negócios.
Prepare-se, consiga muitos contatos potenciais e bons (futuros) negócios!
* Gabriela Otto é Diretora de Vendas e Distribuição da Rede de Hotéis de Luxo Sofitel para a América do Sul (www.sofitel.com.br), Professora de Marketing do Senac e Faculdades Integradas Rio Branco. Também mantém o Blog "Propagando o Marketing" (gabrielaotto.blogspot.com) e é Consultora de Marketing de Luxo.
Contato gabriela.otto@sofitel.com
Artigo
Feiras de Turismo (os famosos 'Trade Shows') são excelentes oportunidades para fazer contatos, mas não são todos os profissionais que sabem realmente tirar o máximo proveito desses eventos. E isso se justifica. Sua simples presença está longe de justificar o investimento.
Tudo começa na escolha dos eventos. Três coisas devem ser analisadas: - Perfil do público da feira - Segmentação e metas do hotel - Orçamento anual de viagens
Atualmente, a ideia básica é reduzir ao máximo a participação em eventos. Com custos subindo e concorrência aumentando, foco é tudo! Essas já são justificativas suficientes para que esse tipo de decisão seja tomado com base em um planejamento formal.
Apesar disso, ainda vemos muitos hoteleiros 'arroz de festa', aqueles que estão em todas as feiras, eventos do trade, fóruns, workshops, convenções, coquetéis, e outros. Quando começamos na área comercial, passamos pela mesa desses profissionais de vendas e nos impressionamos com tantos crachás de eventos passados. Logo descobri que é mais comum do que imaginava a 'moda' de colecionar crachás.
Mas hoje em dia penso: "Será que a participação em todos esses eventos faz parte de um planejamento anual consistente e condizente com os objetivos do hotel?" Até porque, se não houver essa preocupação, o hotel simplesmente está pagando para o vendedor acumular milhas para suas próximas férias e aumentar seu networking pessoal. Infelizmente, isso não é tão raro de se encontrar por aí. Quanto à coleção de crachás, continuo achando engraçado!
Mas vamos às decisões corretas em relação à participação em feiras, partindo do pressuposto que a agenda já foi definida "racionalmente" e com prévio planejamento. O primeiro desafio é conseguir a atenção dos potenciais clientes em meio de tantos ruídos, luzes, distribuição de brindes e outros fornecedores. Depois disso vem a tentativa de mantê-los no seu stand. Afinal, quanto mais clientes visitarem seu stand, mais cartões de visita você coletará e mais potenciais clientes você terá. Falando nisso, que tipo de stand atrai mais clientes? Seguem algumas dicas:
* Tenha pessoas simpáticas e com (real) conhecimento da sua marca. Elas devem ser extrovertidas o suficiente para começar uma conversa com pessoas que param ou estão passando. O fator humano é, de longe, o mais importante para atrair clientes ao stand. Invista nisso.
* Use imagens e iluminação de maneira criativa e não esqueça que o stand deve ser avistado de longe.
* Ofereça experiências. Se seu hotel tem um spa, ofereça 'quick massages', por exemplo. A lembrança daquela sensação poderá tornar-se a coisa mais importante na memória do cliente após o evento.
* Invista na diversão. Jogos (como vídeo games temáticos) e profissionais do entretenimento (adequados ao posicionamento do seu hotel) podem ajudar. Isso atrai pessoas. Mas mantenha sempre o staff interagindo com os clientes e prontos a responder qualquer pergunta sobre o hotel.
* Ofereça brindes exclusivos (se possível, feitos exclusivamente para a feira) com seu logo, homepage e telefone central. Itens promocionais sempre podem direcionar pessoas ao seu site. Mas seja criativo. Nenhuma marca consegue mais se diferenciar na mente do consumidor com os "batidos" post-its, canetas, sacolas e calendários. Antes de confeccionar centenas de brindes irrelevantes, pergunte-se qual o valor percebido pelo cliente.
* Tenha sempre bebidas (não há necessidade de serem alcoólicas) e aperitivos. Depois de tanto caminhar entre os stands, é comum os clientes estarem com fome ou sede. Isso também ajuda a atrair pessoas ao seu stand.
* Organize um torneio ou sorteio. Um artigo sobre o assunto do site www.ehow.com garante que a possibilidade de ganhar alguma coisa, aumenta o volume de clientes no stand. Quanto aos aplicativos possíveis, já presenciei desde a simples escolha de um número até os mais sofisticados e criativos aparelhos eletrônicos, como um 'touch-screen quizz', por exemplo. Mas lembre-se do objetivo principal da feira: contatos. Com base nisso, ainda sou muito fã da tradicional ficha a ser preenchida com dados cadastrais para concorrer a prêmios que despertem o desejo de todos!
Dependendo do custo do metro quadrado, muitos hotéis não compram espaços para stands e optam por enviar alguém do departamento comercial para representá-lo. Nesse caso, o trabalho dobra, triplica, complica!
Se o profissional que participa com toda a infraestrutura já se depara com grandes desafios, imagine o quão perdido o vendedor pode se sentir em meio a centenas de pessoas e sem a referência da sua empresa. Mas para os dois casos o comportamento de forma (ultra) profissional faz toda a diferença. Veja algumas dicas:
* Comporte-se como se você fosse conviver regularmente com aquele cliente no futuro. Tendemos a tratar melhor as pessoas que sabemos que vamos interagir no futuro.
* Fique a maior parte do tempo no seu stand (não é muito elegante fazer um cliente passar a segunda vez procurando por você). Além disso, mantenha o staff bem treinado para que você possa circular de vez em quando sem que a qualidade do atendimento caia.
* Sorria! Gostamos de negociar com pessoas agradáveis. O sorriso é um convite para as pessoas se aproximarem. Mas que seja um sorriso natural. Seja simpático sem ser insistente. * Comece as conversas perguntando sobre o negócio do cliente, seu segmento de mercado, seus interesses e cidade onde mora, por exemplo. Faça com que seu(s) produto(s)/serviço(s) fluam naturalmente ao longo da conversa.
* Fale com segurança, não arrogância. Seja ético e respeite a concorrência. Admita quando não souber algo. Lembre-se que você está lidando com a credibilidade de sua empresa.
* Demonstre seu interesse através da linguagem corporal também. Olhe nos olhos, mantenha postura correta e uma expressão facial agradável. Muito fácil se dispersar em um ambiente com tantos estímulos visuais e auditivos. Tenha foco!
Dica: Fique com o cartão da pessoa na mão e converse com ela chamando-a pelo nome o tempo todo. Segure com respeito, olhe constantemente e dê importância ao cartão. Mostre o quanto ela é importante para sua empresa.
* Troque cartões de visitas. Sei que é óbvio, mas já vi inúmeros hoteleiros e clientes dizendo que seus cartões acabaram. Por garantia, leve duas vezes mais cartões do que o previsto. Isso demonstra organização e profissionalismo.
E as recomendações abaixo não são passíveis de negociação:
* Totalmente proibido no stand: beber, fumar ou comer. Lembre-se que uma feira é um encontro comercial e não social. Faça isso em ambientes próprios no pavilhão, mas longe de seu stand. Julia O'Connor, Presidente da Trade Show Training, Inc ainda acrescenta: "Não fique focado nos seus aparelhos eletrônicos. Você parecerá ocupado e os potenciais clientes não vão se aproximar".
* Totalmente proibido em qualquer momento da feira: mascar chicletes e fazer fofocas. Acredite, as pessoas lembram daquele representante do hotel X que falou e passou a fofoca adiante. Isso prejudica a sua imagem e de sua empresa.
No livro The Trade Show Edge, your key to extra profits, o autor Ken Mackensie sugere que sejam enviados convites para que seus principais (potenciais) clientes visitem seu stand. Mas seja relevante no conteúdo do convite.
Para finalizar, não poderia deixar de dar um recado aos gerentes gerais. Por favor, não exijam que seus vendedores voltem de feiras com negócios já nas mãos. A não ser em casos exclusivos como alguns trade shows internacionais, que trabalham com reuniões pré-agendadas, dificilmente o retorno será imediato.
O que deve ser cobrado, e muito, é a seleção dos (reais) clientes potenciais, follow up com os mesmos, agendamento de futuras visitas comerciais e conversão desses contatos em negócios em médio prazo. Parece básico, mas ainda vemos muitos vendedores nunca mais trabalharem aqueles cartões arrecadados nas feiras. Não é preciso nem dizer que isso é dinheiro jogado pela janela.
Como dito no início do texto, o sucesso da participação em uma feira é mais complexo do que parece. Mas a dica final é investir no contato humano sincero. Isso sim fará a diferença na captação de futuros negócios.
Prepare-se, consiga muitos contatos potenciais e bons (futuros) negócios!
* Gabriela Otto é Diretora de Vendas e Distribuição da Rede de Hotéis de Luxo Sofitel para a América do Sul (www.sofitel.com.br), Professora de Marketing do Senac e Faculdades Integradas Rio Branco. Também mantém o Blog "Propagando o Marketing" (gabrielaotto.blogspot.com) e é Consultora de Marketing de Luxo.
Contato gabriela.otto@sofitel.com
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REVENUE MANAGEMENT: conceito que está transformando a hotelaria nacional
Hôtelier News
Mercado Especial
Notícia publicada terça-feira, 23 de março de 2010 - 23h51
Vale o quanto pesa. O provérbio, apontado por muitos como sendo de origem lusitana, ajuda a explicar o conceito de Revenue Management (RM). A grande expertise é perceber que o valor dos serviços prestados por um hotel varia de acordo com uma série de fatores externos e internos.
A prática de mapear esses indicadores e cruzar com a infraestrutura do empreendimento permite focar a venda para pessoa certa, na hora certa e pelo preço certo (segundo Robert Cross, grande estudioso do tema).
O assunto tem sido abordado nos principais seminários, congressos e reuniões do trade e o Hôtelier News conversou com diversos profissionais para buscar novas abordagens a respeito da aplicação deste conceito.
*Por Aline Costa e Juliana Albino, com colaboração da Redação
Segundo Gabriela Otto, diretora de Vendas e Distribuição da Rede de Hotéis de Luxo Sofitel para a América do Sul, o Revenue Management, ainda caminha no Brasil.
"As cadeias internacionais foram as primeiras a falar sobre esse assunto, pois tiveram que se adaptar mais rápido às exigências da sua marca no exterior em termos de previsão, precificação e, principalmente, metas financeiras cada vez mais difíceis de atingir. Nós estamos caminhando, digamos, a passos 'médios'. Como exemplo, ainda nos falta inserir RM como matéria básica nos cursos de hotelaria, e precisamos ter mais consultorias e treinamentos especializados, para escrevermos, debatermos e pensarmos mais sobre o assunto. Enfim, é um setor com inúmeras oportunidades". (mspmentor.com.br)
Ela destaca que se estivesse cursando Hotelaria hoje, sem dúvida se especializaria em Revenue Management. "Vocês não imaginam a quantidade de hotéis que procuram RMs todos os dias e que não conseguem preencher suas vagas por falta de profissionais com um mínimo de qualificação no assunto".
Ideas Um dos sistemas de Revenue management utilizados no mercado brasileiro é o Ideas, que atualmente atende hotéis como o Tivoli São Paulo Mofarrej, Grand Hyatt São Paulo e alguns empreendimentos da marca George V - Alto de Pinheiros e Casa Branca, por exemplo.
Ao falar sobre o sistema de RM, Wilton Costa, gerente de Receitas do Tivoli São Paulo, destaca sua precisão. "O sistema atua de uma forma que o ser humano não conseguiria, independentemente de sua experiência no setor", afirma ele. "O Ideas decide o melhor negócio para o hotel. Para tanto, o sistema possui uma interface de rate view que estuda as tarifas mais competitivas a serem praticadas a cada época", completa.
Costa esclarece ainda que, por meio do RM, sua atuação no hotel é otimizada. "Antigamente, o profissional de RM ficava mais preso ao controle de receitas. Hoje, com a redução de processos que o Ideas oferece, posso fazer visitas técnicas e me ocupar com outras coisas", conta ele.
Gabriela Otto, também aponta que as ferramentas de RM são essenciais para o funcionamento de um hotel. "RM na verdade é muito mais que uma ferramenta, e sim um método e estratégia de gerenciamento que evidencia na demanda e preços. Sem dúvida, um hotel hoje, que visa rentabilidade e competitividade sustentáveis, não pode mais viver sem uma cultura sólida de RM permeando sua estratégia. As tecnologias estão atreladas ao mecanismo, e o que não falta hoje são sistemas e programas específicos para auxiliar os RMs a fazerem suas previsões e análises de dados com a menor margem de erro possível", declara.
Ainda alerta, "é muito importante salientar que a tecnologia ajuda, mas está longe de ser o ítem mais importante da gestão de RM. Já vi profissionais super qualificados e uma simples planilha de Excel trazendo incremento real de receita no final do mês, com previsões (forecasts) bem realistas e ainda aplicando preços dinâmicos (dynamic pricing). Antes de qualquer investimento astronômico, um curso avançado de Excel, por-favor!", enfatiza.
Primeiro ano Diferente do ocorrido com os outros empreendimentos que utilizam Ideas no país, o Tivoli São Paulo opera com o sistema desde sua abertura. Ao ser questionado sobre a efetividade do sistema, Costa explica que o primeiro ano de operação funciona como um período de pesquisas. "Foi um ano de estudo, no qual o sistema criou um banco de dados com informações sobre o comportamento dos clientes, bem como as tarifas praticadas em cada mês. A partir disto, fizemos o orçamento para 2010", explica ele.
Vendas X RM Com experiência no setor de Vendas, Costa comenta a relação do Revenue management com o vendedor, que, às vezes, pode ser controversa. "O colaborador da equipe comercial quer vender, e o revenue manager é a pessoa a ser convencida, visto que, em alguns casos, as vendas são remanejadas para que outras com melhor potencial de geração de receita para serem concretizadas", justifica ele.
Porém, segundo ele, este choque não ocorre no empreendimento. "Como fui eu que realizei a implantação do sistema no hotel, não houve nenhum tipo de trauma. Pelo contrário, no empreendimento o sistema beneficia a equipe de vendas ao indicar qual segmento deve ser focado", explica.
No quesito Revenue e Vendas, Gabriela Otto, diferencia a importância de ambos os departamentos. "O marketing (assim como vendas) é responsável por gerar demanda e Revenue management por gerenciar essa demanda. Se um hotel trabalha somente com Marketing e Vendas, aceitará todas as reservas que chegarem sem nenhum critério e deixarão de ganhar ("leaving money on the table")", frisa.
A executiva traça um paradigma para aquele hotel que somente trabalha com RM. "Se um meio de hospedagem foca suas ações somente no RM, primeiro pode nem ter demanda para gerenciar e, segundo, esqueça fidelização, agregue valor à experiência do hóspede e relacionamento a longo prazo. Ao mesmo tempo que não dá para imaginar um trabalhando sem o outro, ainda é muito comum vermos gerentes de Marketing e RMs de um hotel que nunca sentaram para conversar. Parecem dois estranhos. A conciliação não é fácil, pois ambos se sentem um pouco 'donos' do cliente. Um gerencia as preferências e comportamento do hóspede através do CRM e o outro sabe tudo sobre seu perfil de compra. Na verdade, a criação de uma relação sólida e vitalícia com o cliente exige um trabalho conjunto, analisando todas essas informações".
Ela abre uma reflexão sobre como tratar com os vendadores mais antigos de RM. "Ainda há uma certa tensão no ar quando tratamos de RM com aqueles vendedores mais antigos (em termos de mentalidade e não necessariamente idade ou experiência). A sensação de perda de poder e autonomia que o vendedor (que não entende os benefícios do RM) pode atrapalhar uma melhor performance do hotel. Por outro lado, não existe espaço para aquele RM que se coloca como o 'todo poderoso', que exige ser acatado, que não admite que errou e não leva em consideração a ampla visão de mercado e profundo conhecimento dos clientes, que só os vendedores tem. Felizmente a nova geração está chegando com uma cabeça super aberta e consciente de que todos estão 'no mesmo barco', querendo aprender mais e sempre. Isso é excelente para o nosso setor", completa.
Sem gesso O George V Alto de Pinheiros, localizado na capital paulista, já opera com o sistema de RM há certo tempo, no qual Marcos Steiger, gerente operacional do Grupo Aldan, proprietário do empreendimento, destaca como um grande benefício o fim das tarifas 'engessadas'. "Com a implantação de RM, deixamos de ter contratos engessados para vender melhor", afirma ele. "Com o Ideas, é possível avaliar os fluxos do passado e presente para fazer projeções futuras", completa.
Steiger explica também o processo de implantação do sistema. "Antes do Ideas, já operávamos com o RM, porém de uma forma que classifico como 'caseira'. Com a ideia de otimizar a receita, fizemos seminário e implantamos o sistema, que ajudará a elevar nossa diária média, possibilitando um crescimento de até 20% em vendas gerais para 2010 (no George V Alto de Pinheiros)", afirma.
Resistência e retorno Ao ser questionado sobre a suposta resistência do mercado brasileiro à cultura de RM, Steiger explica que muitos hoteleiros podem achar que o sistema vai influir em sua 'autonomia nos negócios'. "O software não vai administrar seu hotel. A palavra final sempre será a do gerente", esclarece.
Por fim, o executivo afirma que o RM é um investimento que se paga. "Acredito que falta ainda um pouco de ousadia para algumas redes no Brasil. Quando você utiliza um sistema de RM, deve estar preparado para ouvir e falar 'não' em alguns casos. Contudo, nada te impede de tentar mudar a cultura de seu cliente. O Revenue management representa uma profissionalização para o setor, principalmente por acabar com o 'achismo' na hora do gerenciamento de receita", encerra.
Gabriela ainda enfatiza, que existe resistência no mercado brasileiro para a prática de RM. "Eu tenho certeza dessa barreira, principalmente por falta de conhecimento. Não é raro vermos aquele gerente geral ou mesmo gerentes de Vendas com uma gestão ainda retrógrada, achando que volume é mais importante do que qualidade da venda. Sei de histórias, de hotéis conhecidos no mercado nacional, que ainda trabalham somente com uma única tarifa para todo seu hotel, não importando a categoria, sazonalidade ou perfil do cliente", completa.
"Isso só para mencionar alguns poucos critérios que devemos analisar antes de determinar um preço. O que fazem é, no máximo, uma diferença pequena entre dia de semana e final de semana. No dia que eles derem o braço a torçer e um RM conseguir mostrar o quanto de receita eles estão deixando de ganhar (o famoso "leaving money on the table", que já citei acima), gostaria de estar lá para ver a cara dos nossos amigos hoteleiros adeptos ao "Sempre sobrevivemos assim. Para que mudar?", questiona.
A frente da concorrência Para Gabriela o RM facilita as vendas, e acaba proporcionando com que o hotel saia na frente da concorrência. "A assertividade é indiscutível. A demonstração de profissionalismo diante de uma negociação com o cliente e valorização do seu hotel é inquestionável quando o vendedor aplica as recomendações do Revenue Manager juntamente com sua expertise sobre o cliente".
E destaca, "todos no hotel devem ter muito cuidado ao lidar com o 'preço' do seu produto/serviço. Preço é um dos componentes que compõem a imagem de uma marca. Todo vendedor deve entender muito bem o impacto que um desconto ou upgrade mal dado pode trazer ao posicionamento da sua marca", aponta.
Cultura a ser difundida O Grand Hyatt São Paulo é um exemplo de empreendimento que sentiu a necessidade de implantar o Revenue management. "No início da operação do hotel, não tínhamos o Revenue. Porém, depois de alguns anos percebemos que, em um meio de hospedagem deste porte e com uma grade tarifária extensa, seria praticamente impossível trabalharmos sem o sistema", conta Alexandre Teixeira, gerente de Revenue management do Grand Hyatt São Paulo.
Da mesma forma que outros executivos, Teixeira endossa o entendimento que o RM é uma cultura. "A partir do momento que você decide implantar o sistema, ele deve ser difundido para que todos os departamentos do hotel fiquem alinhados. Uma vez que as pessoas entendem os benefícios, fica fácil de vender a ideia. O sistema ajuda, inclusive, as operações da equipe de Vendas, que tem acesso ao Ideas para saber a melhor tarifa a ser oferecida para determinado grupo", aponta o executivo.
Rodrigo Collaro, que já atuou na Gol Linhas Aéreas, Accor e hoje ministra palestras pelo Sul do país comenta ainda que dependendo da região, por não ter a concorrência das grandes redes, os hotéis menores acham que não há necessidade de implantar o conceito. "O lado positivo é que este cenário, embora ainda exista, já está mudando. O movimento começou nos Estados Unidos, depois passou pela Europa, e agora chegou no Brasil e tende a ser assimilado em todo país".
Pouco a pouco a percepção das oportunidades que a aplicação do conceito abre vai crescendo entre os profissionais. "Você tem mais ferramentas para fidelizar os clientes mais assíduos e que compram com antecedência. Por outro lado, você pode ser menos flexível com quem deixa para o último momento e é menos sensível a preços", comenta. Diante disso, o maior desafio para um hotel é conciliar lazer e business com faixas diferentes de preço. "O público que viaja a lazer é mais sensível a preços e pode até cancelar os planos se achar que não vale a apena. Já o público corporativo é menos sensível por conta da grande necessidade que tem de realizar as viagens".
Segmentação De acordo com Teixeira, a segmentação é fundamental para um sistema de RM funcionar de acordo. "Um exemplo é o segmento de grupos, no qual o sistema classifica o tamanho (quantidade de pessoas), período da semana para o qual a reserva é solicitada e fatores como a receita de A&B que poderá ser gerada, podendo assim escolher a melhor alternativa de venda para o hotel", explica. "Contudo, vale ressaltar que o sistema nunca descarta nenhum tipo de venda, mas sim dá opções como escolha de datas diferentes", esclarece.
EUA e Brasil Teixeira comenta ainda a diferença da aceitação na cultura de RM entre os Estados Unidos e o Brasil. "É mais fácil operar com o sistema na relação comercial com os grupos do exterior. No Brasil, isto tem melhorado bastante, mas, em alguns casos individuais, a negociação fica mais complicada", analisa. "Já existem vários executivos que entendem e temos avançado nesta questão", completa.
Gabriela diz que as estratégias de RM são aplicadas nos EUA há mais de 20 anos. "Eles estão em um patamar já focado nas 'novas' tecnologias e realizando debates super profundos sobre o assunto. Lá, o RM é diretor de RM, no mesmo nível do diretor de Vendas. Por aqui, muitos hotéis (quando tem um RM) ainda oferecem cargos e salários abaixo dos vendedores, por exemplo. Isso terá que mudar, e rápido. Por aqui, estamos descobrindo ainda o que é mesmo esse negócio de RM, essa 'nova moda' que todo mundo resolveu falar. Se você perguntar para a maioria dos hoteleiros do Brasil sobre o conceito e aplicabilidade de RM, ainda ouviremos discursos básicos. Os que estão se aprofundando no assunto, se destacam no mercado e conseguem resultados efetivos para seus hotéis".
"Mais do que comparação com outros países, o que precisamos mesmo é deixar
qualquer resistência de lado, aprender sobre o assunto e colocar a 'mão na massa'. Nosso 'timing' só precisa ser um pouco mais rápido", acrescenta.
RM na crise Por fim, o executivo comentou a importância de operar com RM durante períodos de instabilidade econômica, como o ocorrido no último ano. "O sistema é essencial nestes momentos, principalmente porque te ajuda a qualificar a venda e extrair o melhor de cada período, eliminando pouco daquela análise especulativa", justifica Teixeira.
Quadro negro Não, não vamos falar de nenhum aspecto catastrófico. Este quadro negro é uma referência às lousas verdes tradicionais das salas de aula. Luis Gonzaga Godoi Trigo, professor da Universidade de São Paulo, que ministra palestras e aulas sobre o tema, salienta alguns aspectos do ambiente de aprendizagem universitária.
"No curso de Turismo da USP, Revenue Management é ministrado junto com as matérias de administração no meio do curso. Um dos itens principais que os alunos têm que entender é que o RM é um instrumento e não um fim. Portanto, é necessário seguir todos os procedimentos e processos para que este sistema funcione", explica Trigo. "Claro que é necessário também saber distinguir quando um procedimento deve ser deixado de lado por conta das necessidades presentes. Como exemplo, falar de um hóspede que chega meia noite e meia no hotel. Você não vai fazê-lo preencher fichas naquele momento", comenta.
Ele acrescenta também que uma das formas de explicar o conceito aos alunos é comparando ao sistema de preços com o que já vemos em cinemas e teatros - nos quais os preços variam de acordo com o dia e horário das exibições. "E há sites que já exibem o preço mínimo previsto com antecedência de um ano. Nestas tabelas podemos perceber como os preços variam em algum final de semana especial ou no período de férias".
Collaro que ministra palestras para hoteleiros já atuantes, cita as principais dúvidas. "A primeira delas é sempre em relação aos reais benefícios que o RM pode trazer ao empreendimento. Principalmente os proprietários de meios de hospedagem independentes e familiares, que acham que o conceito só é aplicável a redes. Além disso, eles querem saber também qual o software mais adequado para suas necessidades", comenta Collaro. "Outra questão levantada é sobre qual a melhor forma de negociar os contratos corporativos. Há o medo de perder os clientes", finaliza Collaro.
Mercado Especial
Notícia publicada terça-feira, 23 de março de 2010 - 23h51
Vale o quanto pesa. O provérbio, apontado por muitos como sendo de origem lusitana, ajuda a explicar o conceito de Revenue Management (RM). A grande expertise é perceber que o valor dos serviços prestados por um hotel varia de acordo com uma série de fatores externos e internos.
A prática de mapear esses indicadores e cruzar com a infraestrutura do empreendimento permite focar a venda para pessoa certa, na hora certa e pelo preço certo (segundo Robert Cross, grande estudioso do tema).
O assunto tem sido abordado nos principais seminários, congressos e reuniões do trade e o Hôtelier News conversou com diversos profissionais para buscar novas abordagens a respeito da aplicação deste conceito.
*Por Aline Costa e Juliana Albino, com colaboração da Redação
Segundo Gabriela Otto, diretora de Vendas e Distribuição da Rede de Hotéis de Luxo Sofitel para a América do Sul, o Revenue Management, ainda caminha no Brasil.
"As cadeias internacionais foram as primeiras a falar sobre esse assunto, pois tiveram que se adaptar mais rápido às exigências da sua marca no exterior em termos de previsão, precificação e, principalmente, metas financeiras cada vez mais difíceis de atingir. Nós estamos caminhando, digamos, a passos 'médios'. Como exemplo, ainda nos falta inserir RM como matéria básica nos cursos de hotelaria, e precisamos ter mais consultorias e treinamentos especializados, para escrevermos, debatermos e pensarmos mais sobre o assunto. Enfim, é um setor com inúmeras oportunidades". (mspmentor.com.br)
Ela destaca que se estivesse cursando Hotelaria hoje, sem dúvida se especializaria em Revenue Management. "Vocês não imaginam a quantidade de hotéis que procuram RMs todos os dias e que não conseguem preencher suas vagas por falta de profissionais com um mínimo de qualificação no assunto".
Ideas Um dos sistemas de Revenue management utilizados no mercado brasileiro é o Ideas, que atualmente atende hotéis como o Tivoli São Paulo Mofarrej, Grand Hyatt São Paulo e alguns empreendimentos da marca George V - Alto de Pinheiros e Casa Branca, por exemplo.
Ao falar sobre o sistema de RM, Wilton Costa, gerente de Receitas do Tivoli São Paulo, destaca sua precisão. "O sistema atua de uma forma que o ser humano não conseguiria, independentemente de sua experiência no setor", afirma ele. "O Ideas decide o melhor negócio para o hotel. Para tanto, o sistema possui uma interface de rate view que estuda as tarifas mais competitivas a serem praticadas a cada época", completa.
Costa esclarece ainda que, por meio do RM, sua atuação no hotel é otimizada. "Antigamente, o profissional de RM ficava mais preso ao controle de receitas. Hoje, com a redução de processos que o Ideas oferece, posso fazer visitas técnicas e me ocupar com outras coisas", conta ele.
Gabriela Otto, também aponta que as ferramentas de RM são essenciais para o funcionamento de um hotel. "RM na verdade é muito mais que uma ferramenta, e sim um método e estratégia de gerenciamento que evidencia na demanda e preços. Sem dúvida, um hotel hoje, que visa rentabilidade e competitividade sustentáveis, não pode mais viver sem uma cultura sólida de RM permeando sua estratégia. As tecnologias estão atreladas ao mecanismo, e o que não falta hoje são sistemas e programas específicos para auxiliar os RMs a fazerem suas previsões e análises de dados com a menor margem de erro possível", declara.
Ainda alerta, "é muito importante salientar que a tecnologia ajuda, mas está longe de ser o ítem mais importante da gestão de RM. Já vi profissionais super qualificados e uma simples planilha de Excel trazendo incremento real de receita no final do mês, com previsões (forecasts) bem realistas e ainda aplicando preços dinâmicos (dynamic pricing). Antes de qualquer investimento astronômico, um curso avançado de Excel, por-favor!", enfatiza.
Primeiro ano Diferente do ocorrido com os outros empreendimentos que utilizam Ideas no país, o Tivoli São Paulo opera com o sistema desde sua abertura. Ao ser questionado sobre a efetividade do sistema, Costa explica que o primeiro ano de operação funciona como um período de pesquisas. "Foi um ano de estudo, no qual o sistema criou um banco de dados com informações sobre o comportamento dos clientes, bem como as tarifas praticadas em cada mês. A partir disto, fizemos o orçamento para 2010", explica ele.
Vendas X RM Com experiência no setor de Vendas, Costa comenta a relação do Revenue management com o vendedor, que, às vezes, pode ser controversa. "O colaborador da equipe comercial quer vender, e o revenue manager é a pessoa a ser convencida, visto que, em alguns casos, as vendas são remanejadas para que outras com melhor potencial de geração de receita para serem concretizadas", justifica ele.
Porém, segundo ele, este choque não ocorre no empreendimento. "Como fui eu que realizei a implantação do sistema no hotel, não houve nenhum tipo de trauma. Pelo contrário, no empreendimento o sistema beneficia a equipe de vendas ao indicar qual segmento deve ser focado", explica.
No quesito Revenue e Vendas, Gabriela Otto, diferencia a importância de ambos os departamentos. "O marketing (assim como vendas) é responsável por gerar demanda e Revenue management por gerenciar essa demanda. Se um hotel trabalha somente com Marketing e Vendas, aceitará todas as reservas que chegarem sem nenhum critério e deixarão de ganhar ("leaving money on the table")", frisa.
A executiva traça um paradigma para aquele hotel que somente trabalha com RM. "Se um meio de hospedagem foca suas ações somente no RM, primeiro pode nem ter demanda para gerenciar e, segundo, esqueça fidelização, agregue valor à experiência do hóspede e relacionamento a longo prazo. Ao mesmo tempo que não dá para imaginar um trabalhando sem o outro, ainda é muito comum vermos gerentes de Marketing e RMs de um hotel que nunca sentaram para conversar. Parecem dois estranhos. A conciliação não é fácil, pois ambos se sentem um pouco 'donos' do cliente. Um gerencia as preferências e comportamento do hóspede através do CRM e o outro sabe tudo sobre seu perfil de compra. Na verdade, a criação de uma relação sólida e vitalícia com o cliente exige um trabalho conjunto, analisando todas essas informações".
Ela abre uma reflexão sobre como tratar com os vendadores mais antigos de RM. "Ainda há uma certa tensão no ar quando tratamos de RM com aqueles vendedores mais antigos (em termos de mentalidade e não necessariamente idade ou experiência). A sensação de perda de poder e autonomia que o vendedor (que não entende os benefícios do RM) pode atrapalhar uma melhor performance do hotel. Por outro lado, não existe espaço para aquele RM que se coloca como o 'todo poderoso', que exige ser acatado, que não admite que errou e não leva em consideração a ampla visão de mercado e profundo conhecimento dos clientes, que só os vendedores tem. Felizmente a nova geração está chegando com uma cabeça super aberta e consciente de que todos estão 'no mesmo barco', querendo aprender mais e sempre. Isso é excelente para o nosso setor", completa.
Sem gesso O George V Alto de Pinheiros, localizado na capital paulista, já opera com o sistema de RM há certo tempo, no qual Marcos Steiger, gerente operacional do Grupo Aldan, proprietário do empreendimento, destaca como um grande benefício o fim das tarifas 'engessadas'. "Com a implantação de RM, deixamos de ter contratos engessados para vender melhor", afirma ele. "Com o Ideas, é possível avaliar os fluxos do passado e presente para fazer projeções futuras", completa.
Steiger explica também o processo de implantação do sistema. "Antes do Ideas, já operávamos com o RM, porém de uma forma que classifico como 'caseira'. Com a ideia de otimizar a receita, fizemos seminário e implantamos o sistema, que ajudará a elevar nossa diária média, possibilitando um crescimento de até 20% em vendas gerais para 2010 (no George V Alto de Pinheiros)", afirma.
Resistência e retorno Ao ser questionado sobre a suposta resistência do mercado brasileiro à cultura de RM, Steiger explica que muitos hoteleiros podem achar que o sistema vai influir em sua 'autonomia nos negócios'. "O software não vai administrar seu hotel. A palavra final sempre será a do gerente", esclarece.
Por fim, o executivo afirma que o RM é um investimento que se paga. "Acredito que falta ainda um pouco de ousadia para algumas redes no Brasil. Quando você utiliza um sistema de RM, deve estar preparado para ouvir e falar 'não' em alguns casos. Contudo, nada te impede de tentar mudar a cultura de seu cliente. O Revenue management representa uma profissionalização para o setor, principalmente por acabar com o 'achismo' na hora do gerenciamento de receita", encerra.
Gabriela ainda enfatiza, que existe resistência no mercado brasileiro para a prática de RM. "Eu tenho certeza dessa barreira, principalmente por falta de conhecimento. Não é raro vermos aquele gerente geral ou mesmo gerentes de Vendas com uma gestão ainda retrógrada, achando que volume é mais importante do que qualidade da venda. Sei de histórias, de hotéis conhecidos no mercado nacional, que ainda trabalham somente com uma única tarifa para todo seu hotel, não importando a categoria, sazonalidade ou perfil do cliente", completa.
"Isso só para mencionar alguns poucos critérios que devemos analisar antes de determinar um preço. O que fazem é, no máximo, uma diferença pequena entre dia de semana e final de semana. No dia que eles derem o braço a torçer e um RM conseguir mostrar o quanto de receita eles estão deixando de ganhar (o famoso "leaving money on the table", que já citei acima), gostaria de estar lá para ver a cara dos nossos amigos hoteleiros adeptos ao "Sempre sobrevivemos assim. Para que mudar?", questiona.
A frente da concorrência Para Gabriela o RM facilita as vendas, e acaba proporcionando com que o hotel saia na frente da concorrência. "A assertividade é indiscutível. A demonstração de profissionalismo diante de uma negociação com o cliente e valorização do seu hotel é inquestionável quando o vendedor aplica as recomendações do Revenue Manager juntamente com sua expertise sobre o cliente".
E destaca, "todos no hotel devem ter muito cuidado ao lidar com o 'preço' do seu produto/serviço. Preço é um dos componentes que compõem a imagem de uma marca. Todo vendedor deve entender muito bem o impacto que um desconto ou upgrade mal dado pode trazer ao posicionamento da sua marca", aponta.
Cultura a ser difundida O Grand Hyatt São Paulo é um exemplo de empreendimento que sentiu a necessidade de implantar o Revenue management. "No início da operação do hotel, não tínhamos o Revenue. Porém, depois de alguns anos percebemos que, em um meio de hospedagem deste porte e com uma grade tarifária extensa, seria praticamente impossível trabalharmos sem o sistema", conta Alexandre Teixeira, gerente de Revenue management do Grand Hyatt São Paulo.
Da mesma forma que outros executivos, Teixeira endossa o entendimento que o RM é uma cultura. "A partir do momento que você decide implantar o sistema, ele deve ser difundido para que todos os departamentos do hotel fiquem alinhados. Uma vez que as pessoas entendem os benefícios, fica fácil de vender a ideia. O sistema ajuda, inclusive, as operações da equipe de Vendas, que tem acesso ao Ideas para saber a melhor tarifa a ser oferecida para determinado grupo", aponta o executivo.
Rodrigo Collaro, que já atuou na Gol Linhas Aéreas, Accor e hoje ministra palestras pelo Sul do país comenta ainda que dependendo da região, por não ter a concorrência das grandes redes, os hotéis menores acham que não há necessidade de implantar o conceito. "O lado positivo é que este cenário, embora ainda exista, já está mudando. O movimento começou nos Estados Unidos, depois passou pela Europa, e agora chegou no Brasil e tende a ser assimilado em todo país".
Pouco a pouco a percepção das oportunidades que a aplicação do conceito abre vai crescendo entre os profissionais. "Você tem mais ferramentas para fidelizar os clientes mais assíduos e que compram com antecedência. Por outro lado, você pode ser menos flexível com quem deixa para o último momento e é menos sensível a preços", comenta. Diante disso, o maior desafio para um hotel é conciliar lazer e business com faixas diferentes de preço. "O público que viaja a lazer é mais sensível a preços e pode até cancelar os planos se achar que não vale a apena. Já o público corporativo é menos sensível por conta da grande necessidade que tem de realizar as viagens".
Segmentação De acordo com Teixeira, a segmentação é fundamental para um sistema de RM funcionar de acordo. "Um exemplo é o segmento de grupos, no qual o sistema classifica o tamanho (quantidade de pessoas), período da semana para o qual a reserva é solicitada e fatores como a receita de A&B que poderá ser gerada, podendo assim escolher a melhor alternativa de venda para o hotel", explica. "Contudo, vale ressaltar que o sistema nunca descarta nenhum tipo de venda, mas sim dá opções como escolha de datas diferentes", esclarece.
EUA e Brasil Teixeira comenta ainda a diferença da aceitação na cultura de RM entre os Estados Unidos e o Brasil. "É mais fácil operar com o sistema na relação comercial com os grupos do exterior. No Brasil, isto tem melhorado bastante, mas, em alguns casos individuais, a negociação fica mais complicada", analisa. "Já existem vários executivos que entendem e temos avançado nesta questão", completa.
Gabriela diz que as estratégias de RM são aplicadas nos EUA há mais de 20 anos. "Eles estão em um patamar já focado nas 'novas' tecnologias e realizando debates super profundos sobre o assunto. Lá, o RM é diretor de RM, no mesmo nível do diretor de Vendas. Por aqui, muitos hotéis (quando tem um RM) ainda oferecem cargos e salários abaixo dos vendedores, por exemplo. Isso terá que mudar, e rápido. Por aqui, estamos descobrindo ainda o que é mesmo esse negócio de RM, essa 'nova moda' que todo mundo resolveu falar. Se você perguntar para a maioria dos hoteleiros do Brasil sobre o conceito e aplicabilidade de RM, ainda ouviremos discursos básicos. Os que estão se aprofundando no assunto, se destacam no mercado e conseguem resultados efetivos para seus hotéis".
"Mais do que comparação com outros países, o que precisamos mesmo é deixar
qualquer resistência de lado, aprender sobre o assunto e colocar a 'mão na massa'. Nosso 'timing' só precisa ser um pouco mais rápido", acrescenta.
RM na crise Por fim, o executivo comentou a importância de operar com RM durante períodos de instabilidade econômica, como o ocorrido no último ano. "O sistema é essencial nestes momentos, principalmente porque te ajuda a qualificar a venda e extrair o melhor de cada período, eliminando pouco daquela análise especulativa", justifica Teixeira.
Quadro negro Não, não vamos falar de nenhum aspecto catastrófico. Este quadro negro é uma referência às lousas verdes tradicionais das salas de aula. Luis Gonzaga Godoi Trigo, professor da Universidade de São Paulo, que ministra palestras e aulas sobre o tema, salienta alguns aspectos do ambiente de aprendizagem universitária.
"No curso de Turismo da USP, Revenue Management é ministrado junto com as matérias de administração no meio do curso. Um dos itens principais que os alunos têm que entender é que o RM é um instrumento e não um fim. Portanto, é necessário seguir todos os procedimentos e processos para que este sistema funcione", explica Trigo. "Claro que é necessário também saber distinguir quando um procedimento deve ser deixado de lado por conta das necessidades presentes. Como exemplo, falar de um hóspede que chega meia noite e meia no hotel. Você não vai fazê-lo preencher fichas naquele momento", comenta.
Ele acrescenta também que uma das formas de explicar o conceito aos alunos é comparando ao sistema de preços com o que já vemos em cinemas e teatros - nos quais os preços variam de acordo com o dia e horário das exibições. "E há sites que já exibem o preço mínimo previsto com antecedência de um ano. Nestas tabelas podemos perceber como os preços variam em algum final de semana especial ou no período de férias".
Collaro que ministra palestras para hoteleiros já atuantes, cita as principais dúvidas. "A primeira delas é sempre em relação aos reais benefícios que o RM pode trazer ao empreendimento. Principalmente os proprietários de meios de hospedagem independentes e familiares, que acham que o conceito só é aplicável a redes. Além disso, eles querem saber também qual o software mais adequado para suas necessidades", comenta Collaro. "Outra questão levantada é sobre qual a melhor forma de negociar os contratos corporativos. Há o medo de perder os clientes", finaliza Collaro.
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23 de março de 2010
Rio dá largada para construção do metrô até a Barra
Panrotas
Destinos
Publicada em 23/3/2010 13:04:00
O governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, deram o pontapé inicial para a tão esperada obra da Linha 4 do metrô (Barra da Tijuca/Zona Sul), que é inclusive, uma das promessas olímpicas. A primeira estação, a Barra – Jardim Oceânico, ficará localizada no canteiro central da Avenida Armando Lombardi, na altura do número 400, em frente ao shopping Barra Point e ao prédio da Unimed. Neste ponto, a estação será subterrânea com duas saídas, uma para cada lado da avenida, para facilitar o acesso dos usuários ao metrô.
No local será instalado um estande onde os moradores poderão obter informações e esclarecer dúvidas sobre a obra. Neste primeiro momento, não haverá alterações no trânsito. Para Sérgio Cabral, esta é uma obra essencial para o desenvolvimento da cidade. A nova linha – que segue até a Zona Sul, onde se conectará a Linha 1 - pretende atender a mais de 240 mil pessoas.
Neste primeiro momento, os trabalhos estarão concentrados na sondagem e prospecção do trecho entre o Jardim Oceânico e a Gávea, num total de 9,86 quilômetros. A obra está orçada em R$ 4 bilhões e todo o trecho tem previsão de estar pronto até 2016. A Concessionária Rio-Barra, que detém o contrato de construção da Linha 4, já tem licença junto à Prefeitura do Rio e ao Instituto Estadual do Ambiente para o início das obras.
Da estação inicial, a nova linha seguirá subterrânea até atravessar a pista da Av. Armando Lombardi, na altura da Igreja São Francisco de Paula, onde subirá em elevado até encontrar o Maciço da Tijuca. Para isso, será construída uma ponte metroviária, de 350 metros, sobre o Canal da Joatinga, a 15 metros do nível do canal. Essa nova estrutura passará entre as duas pontes existentes, que hoje fazem a ligação entre a Estrada da Barra a Av. Armando Lombardi.
A Secretaria Estadual de Transportes espera finalizar esta etapa de sondagem nos próximos três meses, para no máximo em 90 dias dar início às obras físicas e as escavações. Para esta primeira etapa, o Governo do Estado do Rio já tem garantido R$ 100 milhões de recursos próprios.
Destinos
Publicada em 23/3/2010 13:04:00
O governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, deram o pontapé inicial para a tão esperada obra da Linha 4 do metrô (Barra da Tijuca/Zona Sul), que é inclusive, uma das promessas olímpicas. A primeira estação, a Barra – Jardim Oceânico, ficará localizada no canteiro central da Avenida Armando Lombardi, na altura do número 400, em frente ao shopping Barra Point e ao prédio da Unimed. Neste ponto, a estação será subterrânea com duas saídas, uma para cada lado da avenida, para facilitar o acesso dos usuários ao metrô.
No local será instalado um estande onde os moradores poderão obter informações e esclarecer dúvidas sobre a obra. Neste primeiro momento, não haverá alterações no trânsito. Para Sérgio Cabral, esta é uma obra essencial para o desenvolvimento da cidade. A nova linha – que segue até a Zona Sul, onde se conectará a Linha 1 - pretende atender a mais de 240 mil pessoas.
Neste primeiro momento, os trabalhos estarão concentrados na sondagem e prospecção do trecho entre o Jardim Oceânico e a Gávea, num total de 9,86 quilômetros. A obra está orçada em R$ 4 bilhões e todo o trecho tem previsão de estar pronto até 2016. A Concessionária Rio-Barra, que detém o contrato de construção da Linha 4, já tem licença junto à Prefeitura do Rio e ao Instituto Estadual do Ambiente para o início das obras.
Da estação inicial, a nova linha seguirá subterrânea até atravessar a pista da Av. Armando Lombardi, na altura da Igreja São Francisco de Paula, onde subirá em elevado até encontrar o Maciço da Tijuca. Para isso, será construída uma ponte metroviária, de 350 metros, sobre o Canal da Joatinga, a 15 metros do nível do canal. Essa nova estrutura passará entre as duas pontes existentes, que hoje fazem a ligação entre a Estrada da Barra a Av. Armando Lombardi.
A Secretaria Estadual de Transportes espera finalizar esta etapa de sondagem nos próximos três meses, para no máximo em 90 dias dar início às obras físicas e as escavações. Para esta primeira etapa, o Governo do Estado do Rio já tem garantido R$ 100 milhões de recursos próprios.
Hóspedes têm novo site para opinar sobre meios de hospedagem
Hotelier News
Magazine
Notícia publicada segunda-feira, 22 de março de 2010 - 17h11
Dois estudantes da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um site, o Kekanto, no qual usuários de serviços em geral podem se cadastrar e postar opiniões a respeito da experiência que tiveram em diversos tipos de estabelecimentos, inclusive em meios de hospedagem.
Bruno Yoshimura e Fernando Okumura estudam, respectivamente, no Instituto de Matemática e Estatística (IME) e na Faculdade de Direito (FD) da instituição paulista, mas o site é um projeto paralelo a faculdade. "Nossa ideia é ampliar o potencial do boca a boca e a moderação é mínima, só o necessário para manter os padrões de boa fé e bons costumes", conta Okumura.
São 27 categorias, entre elas, hotéis e viagens. "O site está no ar há menos de um mês e tem cerca de sete mil visitas diárias e na categoria citada já constam quase 850 itens. Esses números nos surpreenderam muito, até porque o site ainda está numa fase de pré-protótipo", comenta o idealizador. "Acreditamos que esta é uma ferramenta importante de feedback para quem usa o serviço como fator determinante do seu negócio", explica.
Por meio de um sistema de 'escudos' e pontuação, os colaboradores recebem destaque por categoria. "O objetivo é incentivar a participação, promovendo tanto o crescimento em números de colaboradores quanto da qualidade do conteúdo", finaliza Okumura. (Aline Costa)

Magazine
Notícia publicada segunda-feira, 22 de março de 2010 - 17h11
Dois estudantes da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um site, o Kekanto, no qual usuários de serviços em geral podem se cadastrar e postar opiniões a respeito da experiência que tiveram em diversos tipos de estabelecimentos, inclusive em meios de hospedagem.
Bruno Yoshimura e Fernando Okumura estudam, respectivamente, no Instituto de Matemática e Estatística (IME) e na Faculdade de Direito (FD) da instituição paulista, mas o site é um projeto paralelo a faculdade. "Nossa ideia é ampliar o potencial do boca a boca e a moderação é mínima, só o necessário para manter os padrões de boa fé e bons costumes", conta Okumura.
São 27 categorias, entre elas, hotéis e viagens. "O site está no ar há menos de um mês e tem cerca de sete mil visitas diárias e na categoria citada já constam quase 850 itens. Esses números nos surpreenderam muito, até porque o site ainda está numa fase de pré-protótipo", comenta o idealizador. "Acreditamos que esta é uma ferramenta importante de feedback para quem usa o serviço como fator determinante do seu negócio", explica.
Por meio de um sistema de 'escudos' e pontuação, os colaboradores recebem destaque por categoria. "O objetivo é incentivar a participação, promovendo tanto o crescimento em números de colaboradores quanto da qualidade do conteúdo", finaliza Okumura. (Aline Costa)
Serviço:http://br.kekanto.com/
Gastos de turistas estrangeiros bate recorde para fevereiro
Hoteleier News
Mercado
Notícia publicada segunda-feira, 22 de março de 2010 - 17h39
De acordo com os dados divulgados hoje (22) pelo Banco Central (BC), o gasto de turistas estrangeiros no país em fevereiro de 2010 foi de US$ 511 milhões, valor 18% maior que os US$ 433 milhões do mesmo período de 2009. Este é o melhor índice para fevereiro em toda a série histórica do BC, iniciada em 1947.
"O resultado de fevereiro mostra a rápida recuperação do turismo internacional para o Brasil, com o arrefecimento da crise econômica mundial. E confirma as perspectivas para o setor no Brasil, que hoje é considerado a 13ª economia do turismo no mundo e deve ser, em 2010, o 7º país em que o turismo gera mais empregos, em termos absolutos - nas previsões do WTTC, que reúne os maiores empresários de turismo do mundo", avalia Jeanine Pires, presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo).
O cálculo do Banco Central inclui trocas cambiais oficiais e gastos com cartões de crédito internacionais.
Mercado
Notícia publicada segunda-feira, 22 de março de 2010 - 17h39
De acordo com os dados divulgados hoje (22) pelo Banco Central (BC), o gasto de turistas estrangeiros no país em fevereiro de 2010 foi de US$ 511 milhões, valor 18% maior que os US$ 433 milhões do mesmo período de 2009. Este é o melhor índice para fevereiro em toda a série histórica do BC, iniciada em 1947.
"O resultado de fevereiro mostra a rápida recuperação do turismo internacional para o Brasil, com o arrefecimento da crise econômica mundial. E confirma as perspectivas para o setor no Brasil, que hoje é considerado a 13ª economia do turismo no mundo e deve ser, em 2010, o 7º país em que o turismo gera mais empregos, em termos absolutos - nas previsões do WTTC, que reúne os maiores empresários de turismo do mundo", avalia Jeanine Pires, presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo).
O cálculo do Banco Central inclui trocas cambiais oficiais e gastos com cartões de crédito internacionais.
(Redação)
Serviço www.embratur.gov.br
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Conotel 2010 aborda Copa do Mundo e Olimpíadas
Hotelier News
Mercado
Notícia publicada segunda-feira, 22 de março de 2010 - 13h58
O Rio de Janeiro ganha mais uma feira de negócios para o setor hoteleiro, a 1ª Fispal Hotel. O evento acontecerá simultaneamente ao 52º Congresso Nacional de Hotéis - Conotel 2010, de 17 a 19 de agosto, no Centro de Convenções SulAmérica.
Promovido pela Brazil Trade Shows (BTS), é esperado que a feira reúna fornecedores da hotelaria de todas as áreas: hospedagem, alimentos e bebidas, recreação, sistemas operacionais e eventos. As operadoras hoteleiras também devem expor suas marcas e soluções de gestão para proprietários de hotéis e investidores.
O Conotel 2010 abordará o tema O Brasil é a bola da vez, com foco em Sustentabilidade Negocial da Hotelaria Brasileira, uma vez que o setor de turismo no Brasil, e em especial no Rio de Janeiro, está bem movimentado por conta da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016. (Rhaiane Sodré)
Serviço www.fispal.com www.conotel.com.br
Mercado
Notícia publicada segunda-feira, 22 de março de 2010 - 13h58
O Rio de Janeiro ganha mais uma feira de negócios para o setor hoteleiro, a 1ª Fispal Hotel. O evento acontecerá simultaneamente ao 52º Congresso Nacional de Hotéis - Conotel 2010, de 17 a 19 de agosto, no Centro de Convenções SulAmérica.
Promovido pela Brazil Trade Shows (BTS), é esperado que a feira reúna fornecedores da hotelaria de todas as áreas: hospedagem, alimentos e bebidas, recreação, sistemas operacionais e eventos. As operadoras hoteleiras também devem expor suas marcas e soluções de gestão para proprietários de hotéis e investidores.
O Conotel 2010 abordará o tema O Brasil é a bola da vez, com foco em Sustentabilidade Negocial da Hotelaria Brasileira, uma vez que o setor de turismo no Brasil, e em especial no Rio de Janeiro, está bem movimentado por conta da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016. (Rhaiane Sodré)
Serviço www.fispal.com www.conotel.com.br
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